A indústria de Mato Grosso do Sul manteve o ritmo de produção em agosto, com 78% das empresas registrando estabilidade ou crescimento. No período, as indústrias operaram com 71% da capacidade, e 68% trabalharam em nível igual ou superior ao habitual.
- A indústria de Mato Grosso do Sul manteve o ritmo de produção em agosto, com 78% das empresas registrando estabilidade ou crescimento.
- No período, as indústrias operaram com 71% da capacidade, e 68% trabalharam em nível igual ou superior ao habitual.
- A pesquisa indica expectativa de aumento da demanda nos próximos seis meses, com 41% das empresas projetando crescimento.
- Em relação às matérias-primas, 38% das indústrias pretendem ampliar as compras no próximo semestre.
- O Índice de Intenção de Investimento atingiu 54,9 pontos em setembro, e 48% das empresas planejam investir.
- A sondagem mostra que 91% das indústrias pretendem manter ou ampliar o número de trabalhadores nos próximos seis meses.
- Do total, 19% projetam novas contratações e 72% esperam preservar o quadro de funcionários atual.
- A Sondagem Industrial ouviu 60 empresas de Mato Grosso do Sul, incluindo pequenas, médias e grandes de diversos segmentos.
A pesquisa indica expectativa de aumento da demanda nos próximos seis meses, com 41% das empresas projetando crescimento. Em relação às matérias-primas, 38% das indústrias pretendem ampliar as compras no próximo semestre.
O Índice de Intenção de Investimento atingiu 54,9 pontos em setembro, e 48% das empresas planejam investir. A sondagem mostra que 91% das indústrias pretendem manter ou ampliar o número de trabalhadores nos próximos seis meses.
Do total, 19% projetam novas contratações e 72% esperam preservar o quadro de funcionários atual. A Sondagem Industrial ouviu 60 empresas de Mato Grosso do Sul, incluindo pequenas, médias e grandes de diversos segmentos.
A indústria de Mato Grosso do Sul manteve o ritmo de produção em agosto, com 78% das empresas consultadas registrando estabilidade ou crescimento na comparação com julho, segundo a Sondagem Industrial do Observatório da Indústria da Fiems.
Entre os participantes, 53% mantiveram o nível de produção e 25% apontaram aumento. No período, as indústrias operaram, em média, com 71% da capacidade, enquanto 68% dos entrevistados informaram trabalhar em nível igual ou superior ao considerado habitual para o período.
A pesquisa também indica expectativa de aumento da demanda nos próximos seis meses. Em setembro, 41% das empresas disseram esperar crescimento na procura por seus produtos, 52% projetaram manutenção do nível atual e 7% previram redução.
Em relação às matérias-primas, 38% das indústrias pretendem ampliar as compras nos próximos seis meses, enquanto metade espera manter o volume atual. O Índice de Intenção de Investimento chegou a 54,9 pontos em setembro, apesar de ter apresentado recuo no mês.
Entre as empresas consultadas, 48% afirmaram que pretendem realizar algum tipo de investimento no próximo semestre. Emprego deve permanecer estável para maioria A sondagem mostra ainda que 91% das indústrias pretendem manter ou ampliar o número de trabalhadores nos próximos seis meses.
Desse total, 19% projetam novas contratações e 72% esperam preservar o atual quadro de funcionários. Outros 9% dos entrevistados acreditam que haverá redução no número de empregados.
A edição da Sondagem Industrial ouviu 60 empresas de Mato Grosso do Sul, sendo 28 pequenas, 24 médias e oito grandes. O levantamento reúne indústrias de segmentos como alimentos, biocombustíveis, produtos plásticos, metalurgia, produtos químicos, máquinas e equipamentos, farmacêutico, vestuário, madeira e mineração, entre outros.
O Índice de Intenção de Investimento chegou a 54,9 pontos em setembro, apesar de ter apresentado recuo no mês. Entre as empresas consultadas, 48% afirmaram que pretendem realizar algum tipo de investimento no próximo semestre.
Emprego deve permanecer estável para maioria.
A sondagem mostra ainda que 91% das indústrias pretendem manter ou ampliar o número de trabalhadores nos próximos seis meses. Desse total, 19% projetam novas contratações e 72% esperam preservar o atual quadro de funcionários.
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