Projeto ofereceu 80 aulas gratuitas durante um ano e terminou com apresentações no Aracy Balabanian.
Durante um ano, 50 crianças e adolescentes de 6 a 17 anos, moradores do Bairro Guanandi e de regiões vizinhas, em Campo Grande, participaram de oficinas gratuitas de danças urbanas.
Ao todo, foram 80 aulas de hip-hop e outros estilos, que terminaram com uma apresentação no Teatro Aracy Balabanian.
Foram 80 aulas de hip-hop e outros estilos, encerradas com apresentação no Teatro Aracy Balabanian. Além da dança, as atividades abordaram autoestima, diversidade e direitos.
As atividades fizeram parte do Projeto Resgate, mantido pelo Ceaca (Associação Especial de Apoio à Criança e ao Adolescente), localizado na Rua Cora, nº 100, no Guanandi.
A instituição atende jovens em situação de vulnerabilidade social no contraturno escolar, com atividades culturais, esportivas, pedagógicas e de lazer.
Nas oficinas, os alunos aprenderam técnicas de alongamento, consciência corporal e movimentos de dança, além de conhecer a história do hip-hop e suas diferentes vertentes.
Os encontros também abriram espaço para conversas sobre autoestima, diversidade, educação e direitos da infância e da adolescência.
Após 12 meses de aprendizado, os jovens subiram ao palco do Teatro Aracy Balabanian para mostrar o resultado das aulas. A mostra contou ainda com grupos e companhias de Campo Grande, que apresentaram coreografias de balé, funk, hip-hop, dancehall, breaking e flashback.
A programação também reuniu turmas de projetos culturais vinculados à Semed (Secretaria Municipal de Educação) e à SED (Secretaria de Estado de Educação). As aulas foram conduzidas pela professora Bruna Oshiro, com apoio de Alisson Siqueira e coordenação de Taynara Freitas.
Projeto social – Além da dança, o Projeto Resgate oferece atividades que buscam fortalecer os vínculos familiares e comunitários. A instituição integra a rede de proteção social básica e desenvolve ações de aprendizado e convivência para crianças e adolescentes da região.
O trabalho com danças urbanas já fazia parte da instituição. Em 2022, o projeto recebeu patrocínio de uma empresa do setor de bebidas para realizar o Ritmo das Fases, que também ofereceu aulas teóricas e práticas dessa modalidade.
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