A negociação abrange 4. 400 pessoas no País, sendo cerca de 130 trabalhadores em Mato Grosso do Sul, que atuavam nas sete lojas fechadas no Estado.
Segundo o SECCG (Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande), os pagamentos começarão em até 60 dias, mas o comunicado não detalha a data de início da contagem, o cronograma de quitação ou se haverá parcelamento.
Além da indenização, o acordo prevê aviso-prévio proporcional, multa de 40% sobre o FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), multa pelo atraso no pagamento das verbas rescisórias e demais direitos previstos na legislação trabalhista.
Segundo o presidente do SECCG, Carlos Santos, os trabalhadores que tinham estabilidade também serão indenizados.
Conforme o comunicado, a participação dos sindicatos será obrigatória na homologação dos desligamentos, com conferência dos cálculos e acompanhamento dos pagamentos.
A empresa também assumiu o compromisso de não realizar novas demissões em massa sem comunicação prévia às entidades sindicais, sob pena de multa.
Negociação - Conforme a Contracs-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços da CUT) e a CNTC (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio), após as demissões em massa, as entidades recorreram à Justiça do Trabalho.
Segundo as entidades, a negociação foi conduzida pelo Cejusc (Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas) da Justiça do Trabalho de Brasília, com participação do MPT (Ministério Público do Trabalho) e cooperação da Justiça responsável pela recuperação judicial da empresa.
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