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COD Next 2026: primeiras impressões do beta e experiência no Nintendo Switch 2

Morri muito mais do que matei e, ainda assim, saí do COD Next 2026 querendo mais uma partida. Essa foi a sensação que levei do evento da Activision para criador

5 min de leitura
COD Next 2026: primeiras impressões do beta e experiência no Nintendo Switch 2

## O que joguei: Captura de Bandeira, 6v6.

No multiplayer, testamos o modo Captura de Bandeira (Capture the Flag), em partidas 6v6: grupos de seis jogadores por time, com o objetivo de invadir o lado adversário, pegar a bandeira e trazer de volta para a sua base.

Mesmo dentro dessa única experiência, já deu para perceber diversos pontos de atenção e de elogio, que vou detalhar abaixo.

Para testar a nova plataforma, escolhi jogar direto no Nintendo Switch 2. O jogo ocupa um pouco menos de 30GB, o que considero um tamanho de instalação bom para os padrões atuais.

Joguei sem estar na dock, direto no console, a 60FPS. A experiência foi fluida, sem travamentos ou crashes no meio das partidas. Para um FPS competitivo rodando em modo portátil, isso já é um ponto positivo relevante.

Experimentei tanto o modo mouse — que, inclusive, o próprio jogo recomenda ao entrar — quanto o Joy-Con acoplado. Isso é questão de gosto, mas me adaptei muito melhor ao Joy-Con.

O modo mouse é bem sensível, e em um jogo que depende de velocidade e precisão, essa é uma configuração importante de acertar. Daria para ajustar melhor a sensibilidade, mas com apenas 2h de teste, preferi focar em outras questões.

De toda forma, diferente de um mouse comum, os botões ficam em posições que achei mais difíceis de manejar. Já no Joy-Con, tive uma boa resposta aos comandos, sem sentir delay que prejudicasse a dinâmica do jogo.

Não havia sistema de matchmaking segmentado por console, ou seja, estava jogando junto com pessoas no PS5, Xbox Series X|S e PC. Isso significa que alguns jogadores acabam tendo vantagem de hardware: mais FPS, configurações melhores, mais detalhes na tela e, possivelmente, respostas mais rápidas.

Não que eu seja uma jogadora excelente, mas em alguns momentos era difícil até localizar onde estava o inimigo.

Modern Warfare 4 entrega uma boa imersão em diversos aspectos. A experiência sonora foi um dos destaques: dependendo do fone, dá para ouvir bem a direção dos tiros, o que ajuda bastante na leitura do combate.

Houve relatos feitos em PC que apontaram o som dos passos como excessivamente alto — algo que a própria Infinity Ward já reconheceu e começou a ajustar em patch ainda durante o fim de semana de testes.

No Switch 2, com fone, não senti esse incômodo, mas é um ponto que vale observar.

Em relação à precisão da balística, a experiência também foi satisfatória: o sistema de mira sem randomização de dispersão, batizado de “Ballistic Authority”, pareceu ter bem pouco desvio entre onde você mira e onde a bala realmente acerta.

Isso ajuda bastante jogadores menos experientes, como eu, que ainda estão pegando o jeito do jogo.

Por outro lado, o maior ponto de atenção é o TTK (tempo para matar), que ficou baixo demais, deixando as partidas rápidas e um pouco desequilibradas. A boa notícia é que a Infinity Ward já sinalizou publicamente que está trabalhando para aumentar o TTK mínimo de várias armas ainda durante o período de beta, então há chance real de isso ser corrigido até o lançamento.

A quantidade de armas disponíveis ao longo dos mapas mostrou diversidade, mas confesso que não mexi muito em personalizações.

Como não consegui acessar o modo campanha no meu teste, vale complementar com o que outras coberturas do beta relataram sobre essa parte do jogo: a campanha aposta em um tom mais realista e contemporâneo, com boa direção de arte e cenas bem produzidas, mas a IA dos inimigos foi descrita como básica e repetitiva mesmo em dificuldades mais altas, com uma estrutura bastante linear.

Em alguns momentos, fui desconectada por inatividade — o que achei estranho, já que estava jogando normalmente. Não sei dizer com certeza se era um comportamento do próprio beta ou instabilidade da minha internet, mas isso aconteceu cerca de três vezes, mesmo com movimentação normal dentro do jogo.

Apesar de ter me provado que preciso treinar bastante ainda (risos), a fluidez do jogo e a experiência no Nintendo Switch 2 não foram ruins. Não consigo afirmar com 100% de certeza, porque vi poucos jogadores na mesma plataforma que eu nas partidas, mas máquinas mais robustas aparentam ter vantagem no matchmaking cruzado.

Infelizmente não consegui gravar para trazer detalhes visuais desta vez, mas para quem espera atualizações em Call of Duty e queria o clima de Modern Warfare de volta, vai ter uma experiência bem gostosa.

Chibi Martins é comunicóloga de formação, geek de coração e trabalha com a área de entretenimento há mais de 15 anos.

Rachele Victoria é formada em Letras, MBA em Inovação e atua há 10 anos com comunicação e conteúdo gamer.

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Fontes

Informação baseada em material público de Olhar Digital, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Olhar Digitallink