Ir para o conteúdo
Inteligência Artificial Revisado por ULTRA AI

Austrália aprova lei que obriga big techs a pagar por notícias ou a pagar multa

Austrália aprova lei que taxa Meta, Google, TikTok e LinkedIn em 2,5% da receita publicitária caso não fechem acordos com veículos locais

2 min de leitura
Inteligência Artificial — imagem padrão

A Austrália aprovou nesta quinta-feira (20) uma lei que obriga grandes plataformas de tecnologia a pagar por conteúdo jornalístico local ou enfrentar uma taxa equivalente a 2,5% de sua receita publicitária no país, segundo a Reuters.

As plataformas podem evitar a cobrança fechando acordos comerciais com pelo menos oito veículos de comunicação diferentes até o fim de seu período de reporte financeiro.

O valor desses acordos é descontado da taxa devida.

A lei estabelece incentivos para acordos com veículos menores: gastos com grandes publishers geram desconto de 150% sobre a taxa, enquanto acordos com veículos pequenos e médios geram desconto de 200%.

Um único acordo, porém, não pode compensar mais de 25% da taxa total devida pela plataforma.

Os acordos precisam apoiar a produção de conteúdo jornalístico ou estar relacionados à disponibilização desse conteúdo online pelas plataformas.

Proibição de redes sociais para menores.

A aprovação do News Bargaining Incentive ocorre num contexto em que a Austrália já enfrenta outros desafios regulatórios com as big techs. Três meses após proibir o acesso de menores de 16 anos às redes sociais, mais de 8 em cada 10 adolescentes continuavam usando pelo menos uma plataforma – praticamente o mesmo percentual de antes da lei entrar em vigor, segundo o Olhar Digital.

O principal problema identificado foi a falta de mecanismos eficazes de verificação de idade pelas plataformas. Cerca de metade dos adolescentes que mantiveram suas contas disse que nunca teve a idade verificada pela plataforma.

Layse Ventura é editora de SEO no Olhar Digital e mestre pela UFSC.

Fontes

Informação baseada em material público de Olhar Digital, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Olhar Digitallink