Também participam da iniciativa o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Polícia Federal (PF), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e o Ministério da Defesa.
Entre as situações monitoradas estão crimes eleitorais, aglomerações, desinformação, crimes cibernéticos, violência política, dificuldades logísticas e ocorrências nos locais de votação e apuração.
Segundo a pasta, o efetivo das forças de segurança para o segundo turno será divulgado durante o fim de semana, após a consolidação dos dados encaminhados pelas unidades da federação.
No primeiro turno, foram mobilizados 321. 352 profissionais, distribuídos entre as forças estaduais (305. 355), a PRF (2. 726), a PF (6. 565) e a Força Nacional (142).
Ao todo, foram utilizadas 34. 625 viaturas, 239 embarcações e 121 aeronaves.
As medidas visam facilitar o deslocamento dos eleitores, com apoio logístico à Justiça Eleitoral, quando solicitado. Essas ações envolvem o transporte de materiais e urnas, bem como a segurança de instalações.
Também está prevista a articulação para situações de contingência relacionadas a condições climáticas.
As diretrizes determinam ainda que o policiamento não crie obstáculos ao deslocamento dos eleitores. As abordagens destinadas à verificação de infrações administrativas de trânsito ficam restritas a situações de risco concreto e iminente à vida ou à integridade física.
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