Pesquisa: 45,1% dos torcedores são favoráveis às SAFs; maior rejeição é na torcida do Fla.
- JornalismoRico Melquiades anuncia saída do Brasil no dia da proibição das betsAlagoas · g1.
Rubens Menin, Pedro Lourenço e Marcos Lamacchia integram uma lista de bilionários que decidiram colocar parte de seu patrimônio no esporte. Enquanto Menin e Pedrinho já são oficialmente acionistas ou donos de Atlético-MG e Cruzeiro, respectivamente, Lamacchia está próximo de comprar a Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Vasco.
Ao longo dos anos, o futebol brasileiro registrou um histórico de mecenas e empresas que injetaram dinheiro nas equipes. Foi assim com a Parmalat (Palmeiras, Juventude e Paulista de Jundiaí), a MSI (rapidamente no Corinthians) e a ISL (Flamengo), entre outras, mas em um formato diferente do atual.
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Naquela época, as marcas bancavam grandes contratações, mas não assumiam a gestão administrativa e esportiva por completo. Agora, esse cenário mudou e os empresários tomaram à frente das gestões dos clubes.
Outros empresários ficaram conhecidos por empréstimos, patrocínios e até doações feitas aos times do coração, como Paulo Nobre no Palmeiras, Delcir Sonda no Internacional, a família Klein no São Caetano e Luciano Hang no Brusque.
Abaixo, o ge lista os empresários que compraram ou pretendem adquirir clubes brasileiros e o tamanho de suas fortunas.
Pedro Lourenço de Oliveira, de 70 anos, é fundador de uma rede de supermercados com forte atuação em Minas Gerais e no Espírito Santo. Nascido em Paineiras, no interior mineiro, ele completou o ensino fundamental antes de arriscar a vida na capital.
Aos 18 anos, chegou a Belo Horizonte para trabalhar no setor varejista.
Conheça a história de Pedro Lourenço, o novo gestor da SAF do Cruzeiro.
Antes de comprar a SAF de Ronaldo Fenômeno, Pedro Lourenço fez diversos investimentos e empréstimos ao Cruzeiro, desde a era dos irmãos Alvimar e Zezé Perrella.
Tornou-se conselheiro e passou a se envolver politicamente na instituição.
Pedro Lourenço compra SAF de Ronaldo e é novo dono do futebol do Cruzeiro.
Rubens Menin Teixeira de Souza, de 70 anos, é formado em engenharia civil pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O empresário possui uma vasta gama de negócios, com atuação na construção civil, no mercado financeiro e em telecomunicações.
O montante final teve o abatimento de dívidas do clube referentes a empréstimos contraídos com os próprios investidores ao longo dos anos.
SAF pegou uma herança maldita no Atlético-MG", dispara Rubens Menin ao Abre Aspas.
Com a nova injeção de capital dos Menin, a participação de Vorcaro cairá para algo entre 4% e 5%. Internamente, o clube vê essa diluição como mais um motivo estratégico para o aporte.
Os próximos ídolos do Atlético-MG sairão da base do Galo", projeta Rubens Menin.
Aos 47 anos, Marcos Lamacchia pode ser o próximo bilionário a se tornar dono de um clube brasileiro. Formado em administração, com especialização em contabilidade e direito empresarial, ele seguiu carreira no mercado financeiro por herança familiar.
É filho de José Roberto Lamacchia, dono da Crefisa, com a banqueira Junia Faria, herdeira de Aloysio de Andrade Faria (fundador do Banco Real e do conglomerado Alfa).
Atualmente, seu pai é casado com Leila Pereira, presidente do Palmeiras.
Pedrinho se emociona ao falar de processo para venda da SAF do Vasco.
Apesar de ainda não ser dono da SAF do Vasco, Marcos Lamacchia tem feito empréstimos ao clube e aportes antes mesmo de assumir a gestão do clube.
A venda da SAF cruz-maltina, no entanto, ainda não está concluída. A Almirante Participações S/A, empresa de Marcos Lamacchia, venceu leilão para a compra da SAF.
Agora, a diretoria administrativa do Vasco encaminhou oficialmente a proposta aos conselhos do clube.
Em ofício assinado pelo presidente Pedrinho, os presidentes do Conselho Deliberativo, do Conselho de Beneméritos, do Conselho Fiscal e da Assembleia Geral receberam a documentação detalhada sobre a proposta vencedora do leilão judicial.
Atualmente, a SAF vascaína está sob controle administrativo do clube associativo, presidido por Pedrinho. A estrutura acionária, porém, segue dividida: a 777 Partners possui 31%, o Vasco mantém 30%, e os 39% restantes estão em disputa na câmara de arbitragem.
Marcos Lamacchia: "Esperando a Justiça liberar o leilão para podermos transformar o Vasco.
Em diferentes modelos de negócio, outros empresários passaram a ter participação direta na vida política e financeira de clubes brasileiros. Roberto Graziano, por exemplo, deve ser o próximo a ter um time tradicional para chamar de seu.
Dono do Grupo Magnum — uma das maiores empresas de joias e relógios do país — e atual proprietário do São Bernardo, ele é o principal interessado na compra da SAF do Guarani.
Enquanto isso, o empresário segue à frente do São Bernardo na Série B do Brasileiro.
Após o acordo, o empresário repassou a administração do estádio ao Grêmio. Com a incorporação, o Tricolor gaúcho passou a gerir integralmente as receitas e despesas do local.
Marcelo Marques chegou a lançar candidatura à presidência do clube, mas desistiu alegando motivos políticos e pessoais.
Grêmio e Marcelo Marques oficializam repasse da Arena.
O Palmeiras não deve mais nada a Paulo Nobre.
Presidente do Bahia entre 2018 e 2023, o empresário Guilherme Bellintani atualmente comanda uma empresa dona de uma rede multiclubes, em modelo parecido ao do Grupo City, dono do time baiano.
Bellintani é dono do Londrina, time que atualmente disputa a Série B do Brasileiro e a elite do Campeonato Paranaense, e do Linense, time da Série A2 do Campeonato Paulista.
O São Caetano, tradicional time da Grande São Paulo e que foi vice-campeão da Libertadores e duas vezes brasileiro no início dos anos 2000, atualmente tem o empresário Jorge Machado como dono.
Ele foi agente do técnico Felipão, do ex-meia Rivaldo e diversos outros grandes nomes do futebol brasileiro.
Dono de plataforma multiclubes, Guilherme Bellintani avalia SAFs no Brasil.
Esse dinheiro foi usado para o movimento do próprio clube, pagamento de advogados e para curar "fraturas expostas" que tínhamos no andamento das coisas, até chegarmos à Recuperação Judicial.
Como diz o Petraglia no Athletico-PR: se não fosse por ele, o clube não viveria. O maior exemplo disso é o que o Seu Wilson de Barros fez pelo Mogi Mirim. Era um clube que tinha três CTs, um prédio comprado na cidade para alojar jogadores emprestados — o cara só trazia a roupa do corpo — e um departamento médico excelente.
Eu participei disso. Vendíamos quatro, cinco jogadores. Com o falecimento do Seu Wilson, o Mogi Mirim praticamente fechou as portas. Tenho certeza absoluta de que, sem mim, o São Caetano não existiria mais – disse Jorge Machado.
Outra SAF em curso que deve ter donos com grandes fortunas é a Inter de Limeira, que será comandada por um grupo de investidores que conta com Ronaldo e Roberto Carlos.
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