Flamengo e Palmeiras disputam o título do Brasileirão e, provavelmente, farão a final da Libertadores.
Nesta quarta (21), o Palmeiras, em casa, com a vantagem do empate, enfrenta o Fluminense pela Libertadores. No primeiro jogo, no Maracanã, o time paulista organizou um forte sistema defensivo com uma linha de cinco defensores, outra de quatro no meio-campo e apenas Flaco López no ataque.
Ganhou por 2x1. Na vitória pelo Brasileiro, fora de casa, sobre o Athlético-PR, a estratégia foi outra, mais ofensiva.
Nesta quarta, qual será o esquema tático? Abel Ferreira cria variações a cada jogo, quase sempre com sucesso, de acordo com o momento e o adversário.
O Flamengo enfrenta o Estudiantes na quinta-feira (22), no Maracanã. Nada está decidido. Os times argentinos costumam jogar bem fora de casa.
No final de semana, pelo Brasileirão, contra o Bahia, o Flamengo fez excelente partida na vitória por 3x0. Jorginho, como sempre, foi grande destaque. Se Jorginho não tivesse jogado pela seleção italiana, provavelmente seria o substituto de Casemiro na seleção.
Na Europa, Jorginho era quase sempre o meio-campista mais recuado, que iniciava as jogadas ofensivas com ótimos passes, em um estilo parecido com o de Rodri, do Barcelona e da seleção da Espanha.
Na Copa Sul-americana, se não acontecer uma grande surpresa, Vasco e Atlético-MG devem fazer a final. (O Vasco jogaria contra o Boca Jrs na noite desta terça). O Atlético-MG, mesmo quando escala muitos reservas, tem atuado muito bem.
Rainier, que parecia um futuro craque quando começou no Flamengo, foi para o Real Madrid e se perdeu no meio do caminho. Anos depois, volta a atuar muito bem no Atlético-MG.
É um centroavante bastante técnico, que se movimenta bastante, dá ótimos passes e finaliza bem.
Voltaram os pedidos para Carlo Ancelotti convocar Matheus Pereira, pois falta à seleção um meia ofensivo centralizado e criativo com suas características. Será que ele repetiria as atuações do Cruzeiro.
Alguns meias ofensivos centralizados brilham nas grandes equipes e seleções da Europa. Mas há diferenças importantes na estrutura coletiva. Os times são mais compactos, os jogadores de meio-campo estão próximos e se alternam na marcação, na criação e na chegada ao ataque.
Não existe, como acontece nos times brasileiros e mesmo na seleção brasileira, a divisão rígida no meio-campo entre o volante mais recuado, camisa 5, um segundo volante que avança um pouco mais, camisa 8, e o camisa 10, responsável pela criação das jogadas e que não participa da marcação.
No Arsenal, Odegaard, com características parecidas às de Matheus Pereira, forma um excepcional trio no meio-campo com Rice e o brasileiro Bruno Guimarães. Seria um trio de meio-campistas ideal para a seleção brasileira.
Do mesmo nível, ou ainda melhor, há o trio do Barcelona, com Rodri, Pedri e Olmo, ou o do PSG, com Vitinha, João Neves e Fabián Ruiz.
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