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Esportes Revisado por ULTRA AI

A vida sem Memphis: Corinthians fez mais do que voltar respirando de Rosario

Time de Fernando Diniz suportou a pressão, anulou Di María e voltou para casa com um empate precioso. O episódio mais lamentável foram as ofensas racistas dirig

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A vida sem Memphis: Corinthians fez mais do que voltar respirando de Rosario

Rosario Central 0 x 0 Corinthians | Melhores momentos | CONMEBOL Libertadores 2026.

Antes de mais nada, o Corinthians precisava voltar respirando de Rosario. Não era tarefa simples, pois o Rosario Central é um dos times mais sólidos do futebol argentino e seu fator local é capaz de fazer tremer mesmo as almas mais serenas.

O time de Fernando Diniz, porém, conseguiu ir além da proposta inicial: o empate sem gols deixa a classificação para as quartas da Libertadores brilhando no horizonte de Itaquera.

No âmbito esportivo, era tudo que o clube precisava em uma semana marcada pelo atribulado rompimento com Memphis Depay.

O episódio lamentável da noite foram as ofensas racistas dirigidas a Hugo Souza. O goleiro reclamou com o árbitro Andrés Matonte, que fez o sinal de protocolo antirracismo, mas não paralisou o jogo.

É uma situação vexatória que se repete com a conivência da Conmebol e compromete o próprio espírito da Libertadores.

No meio desse rebuliço de emoções, o Corinthians teve um desempenho elogiável. Conseguiu aliviar a pressão mantendo alguma posse de bola e inviabilizou a influência de Ángel Di María, o homem que carrega a responsabilidade de colocar a equipe rosarina nos trilhos.

Conforme o astro mundialista era vigiado, o colombiano Campaz ficou sobrecarregado e o centroavante Coppeti praticamente não apareceu. Na verdade, depois da transferência de Alejo Véliz para o Bahia, um par de meses atrás, o comando do ataque é um dos principais gargalos do time bem estruturado por Jorge Almirón.

A estratégia de 180 minutos deu certo", diz Careca após empate do Corinthians em Rosário.

A zaga corinthiana teve uma noite impecável, bem como o incansável Matheuzinho. Na frente, Kaio César era uma usina de vontade para oferecer o necessário desafogo.

Seria possível argumentar que o Corinthians praticamente não mostrou produção ofensiva e que o jogo deixou ainda mais evidentes os problemas criativos da equipe.

No entanto, em um cenário tão hostil e exigente, seria muito preciosismo. O Corinthians viajou para Rosario com o objetivo de chegar vivo em Itaquera. E assim o fez -- a arte de jogar futebol podia ficar para a semana que vem.

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Fontes

Informação baseada em material público de ge.globo, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

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