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Nome da cena indie carioca, Rodrigo Torrero busca o 'realismo mágico' nas nove canções autorais do álbum

Programado para 6 de novembro, o álbum traz música composta em memória do cachorro do artista.

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Nome da cena indie carioca, Rodrigo Torrero busca o 'realismo mágico' nas nove canções autorais do álbum

Seis singles depois, Torrero chega ao primeiro álbum, “Erre”, programado para 6 de novembro. Antecedido pelos singles que adiantaram as gravações das músicas “Todos os assuntos” e “Mury”, esta uma parceria do compositor com Carol Viani, o álbum “Erre” encadeia nove canções autorais fincadas no território da música que pode ser qualificada como nova MPB, mas com eventuais acenos para o pop.

O álbum foi gravado com produção musical de Vinicius Castro e com participações de artistas e amigos do círculo afetivo do artista. Antonia Medeiros, colega de Torrero na faculdade de música e no grupo vocal Consoantes, figura na música “Pouca vergonha”.

Já o canto da faixa “Velha farra” é dividido por Rodrigo Torrero com Guilherme Imia (outro colega da faculdade e do grupo Consoantes) e Tom Rossi, amigo músico dos tempos de escola.

A propósito, a música “Velha farra” é homenagem do artista a Totó Joey – cachorro da família morto em 2016 – e se inspira em “Diana” (Toninho Horta e Fernando Brant, 1977), também uma canção escrita em memória de cadela de estimação.

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