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Meu Próprio Filho: fotos reais de gravidez falsa e roubo de bebê

A Netflix lançou Meu Próprio Filho, documentário que retrata o crime cometido por Eleonor Alejandra Marín Mendoza, em 2009

4 min de leitura
Meu Próprio Filho: fotos reais de gravidez falsa e roubo de bebê

A Netflix estreou, nessa quinta-feira (13/8), o documentário Meu Próprio Filho, que retrata um crime real cometido por Eleonor Alejandra Marín Mendoza. Em 2009, a mulher mexicana fingiu uma gravidez, sequestrou um bebê e acabou presa após sofrer três abortos espontâneos.

Veja fotos do crime:12 imagensFechar modal. 1 de 12Eleonor Alejandra Marín Mendoza, que roubou a bebê de Mayra2 de 12Eleonor Alejandra Marín MendozaReprodução/ Netflix3 de 12Arturo, marido de EleonorReprodução/ Netflix4 de 12A bebê roubada na maternidadeReprodução/ Netflix5 de 12A menina era filha de MayraReprodução/ Netflix6 de 12Mayra no documentário da NetflixReprodução/ Netflix7 de 12O pai da bebê, que fez apelo para que Eleonor devolvesse a sua filhaReprodução/ Netflix8 de 12Momento em que a bebê é encontrada pela políciaReprodução/ Netflix9 de 12Momento em que Eleonor deixa o hospital com a criança na sacola de presenteReprodução/ Netflix10 de 12Eleonor no momento da prisãoReprodução/ Netflix11 de 12Mãe de EleonorReprodução/ Netflix12 de 12Carta enviada por Arturo para Eleonor, afirmando que perdoava a esposa pelo roubo da criança e a gravidez falsaReprodução/ NetflixA produção de Maite Alberdi conta, por meio de depoimentos de pessoas envolvidas na história, como Eleonor roubou uma bebê recém-nascida de um hospital.

O caso aconteceu em 17 de junho de 2009 e resultou na prisão da mulher. Entenda o casoEleonor saiu de um hospital na Cidade do México carregando uma sacola de presentes.

Dentro dela estava Katya Valentina, uma bebê recém-nascida sequestrada pela mulher. Horas depois, Eleonor e o marido, Arturo, foram presos em um motel. Katya, por sua vez, foi devolvida à família biológica sem nenhum ferimento.

O que mais chama atenção na história real é que Eleonor fingiu estar grávida e conseguiu enganar até o próprio marido. Ela sequestrou a criança para sustentar a falsa gravidez e manter a narrativa de que esperava um bebê.

A história da mulherEleonor se casou aos 17 anos, já grávida, mas sofreu um aborto espontâneo. Depois, enfrentou outras duas perdas gestacionais. No terceiro aborto, a mulher decidiu esconder a perda e continuar sustentando a história de que estava grávida.

Foi quando conheceu Mayra Navarro Vega, uma mulher que não queria ter o filho que esperava, na maternidade onde trabalhava. Eleonor manipulou os próprios exames, comia besteiras para ganhar peso e manter a farsa e alegou ter feito um acordo com Mayra para ficar com o bebê.

Esse detalhe, no entanto, é negado pela mãe de Katya. Marín deixou a cadeia em 2023. Arturo, seu marido, permaneceu preso por dois anos enquanto a polícia investigava o sequestro, mas acabou sendo absolvido.

Eleonor Alejandra Marín Mendoza, que roubou a bebê de Mayra.

O pai da bebê, que fez apelo para que Eleonor devolvesse a sua filha.

Momento em que a bebê é encontrada pela polícia.

Momento em que Eleonor deixa o hospital com a criança na sacola de presente.

Carta enviada por Arturo para Eleonor, afirmando que perdoava a esposa pelo roubo da criança e a gravidez falsa.

A produção de Maite Alberdi conta, por meio de depoimentos de pessoas envolvidas na história, como Eleonor roubou uma bebê recém-nascida de um hospital. O caso aconteceu em 17 de junho de 2009 e resultou na prisão da mulher.

Eleonor saiu de um hospital na Cidade do México carregando uma sacola de presentes. Dentro dela estava Katya Valentina, uma bebê recém-nascida sequestrada pela mulher.

Eleonor manipulou os próprios exames, comia besteiras para ganhar peso e manter a farsa e alegou ter feito um acordo com Mayra para ficar com o bebê. Esse detalhe, no entanto, é negado pela mãe de Katya.

Fontes

Informação baseada em material público de Metrópoles Entretenimento, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Metrópoles Entretenimentolink

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