O presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), ministro Vieira de Mello Filho, ameaçou impor restrições financeiras e criar uma “lista suja” contra empresas que praticam assédio eleitoral nas eleições de 2026.
Ministro Vieira de Mello Filho também citou restrições ao financiamento de empresas e repudiou demissões por escolhas políticas.
A declaração foi feita nesta 5ª feira (29.out. 2026).
O ministro repudiou as demissões e o incentivo a demissões de funcionários por causa do voto. Classificou a prática como uma “infeliz iniciativa lançada nas redes sociais” que está provocando reação do Estado brasileiro.
Vieira de Mello Filho afirmou que todos os casos serão investigados. “Se houver discriminação na dispensa, as consequências serão muito graves”, acrescentou. O ministro caracterizou os responsáveis pelos casos registrados como uma “minoria iludida por uma falsa colocação feita pelas redes sociais”.
A decisão liminar foi assinada pelo juiz Bruno José Perusso, da 77ª Vara do Trabalho de São Paulo. Ela atende pedidos formulados pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) em ação civil pública ajuizada no mesmo dia.
Só no Distrito Federal, foram registradas 115 denúncias desde o início do ano.
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