O ministro Antonio Carlos Ferreira, corregedor-geral da Justiça Eleitoral, aceitou na 6ª feira (18.set. 2026) a ação movida por Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no Tribunal Superior Eleitoral contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), ambos candidatos à reeleição, para investigar possíveis irregularidades durante o Carnaval de 2026.
- exija documentos de órgãos como as prefeituras do Rio e Niterói, Governo do Estado, Embratur, Presidência, Liesa e TV Globo.
- emita a cassação do registro e torne inelegível a chapa presidencial formada por Lula e Alckmin.
Ação cita irregularidades que envolvem financiamento com dinheiro público e propaganda eleitoral antecipada.
Na ação protocolada no TSE, a campanha de Flávio acusa diz que desfile da Acadêmicos de Niterói foi usado como propaganda eleitoral antecipada a favor de Lula em 2026.
O documento mostra a combinação ilícita de 3 fatores: financiamento público, uso da máquina governamental e ampla exposição na televisão.
O uso da estrutura do governo é mencionado por causa das reuniões com dirigentes da escola no Planalto e na Alvorada ao longo de 2025, o uso de voo da FAB (Força Aérea Brasileira) por Janja para visitar o barracão e a participação direta de Lula e da primeira-dama na escolha de integrantes, como o humorista Paulo Vieira.
Para a campanha de Flávio, a homenagem virou comício, citando a execução do jingle histórico “olê, olê, olá“, referências ao número 13 e uma ala com a estrela do PT.
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