O Ministério Público (MP) do Equador acusou formalmente no sábado (8) sete supostos autores intelectuais do assassinato do candidato à Presidência Fernando Villavicencio, entre eles dois ex-políticos de esquerda, um empresário e integrantes de um grupo criminoso.
Villavicencio era conhecido por investigar casos de corrupção envolvendo o governo do esquerdista Rafael Correa (2007-2017) quando era jornalista, antes de entrar para a política.
Mas várias de suas denúncias também envolveram setores da direita e figuras do crime organizado.
O político foi morto a tiros em 2023, na saída de um comício em Quito, uma semana antes das eleições presidenciais, nas quais era candidato.
O MP anunciou no X que "acusa os sete processados como autores indiretos, por suposta participação no crime de assassinato.
A instituição solicitou a manutenção da ordem de prisão preventiva contra os sete e pediu às autoridades que seja emitido o alerta vermelho da Interpol contra quatro deles, que vivem no exterior.
Outras cinco pessoas já foram condenadas a até 34 anos de prisão como autoras materiais do magnicídio. O autor dos disparos foi morto por seguranças do político, e seis colombianos supostamente ligados ao crime foram mortos na prisão.
Fontes
Informação baseada em material público de G1, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.
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