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Eleições 2026

Exército simula defesa cibernética no Brasil às vésperas da eleição

Ação reuniu Forças Armadas, órgãos governamentais, entidades reguladoras e operadores de infraestrutura críticas, após alerta da Abin e de especialistas para ri

2 min de leitura
Urna eletrônica — Eleições 2026

O evento do Exército reuniu 1,3 mil participantes em Brasília e outras seis capitais do país, como São Paulo, Recife, Curitiba e Manaus. A simulação contou com cerca de 300 organizações e representantes de 14 países.

Classificado como “um dos mais abrangentes treinamentos de defesa cibernética do Hemisfério Sul”, o encontro simulou ameaças digitais com objetivo de treinar a cooperação entre instituições públicas e privadas para casos de ataques cibernéticos que possam afetar serviços essenciais à população.

A iniciativa reuniu, além das Forças Armadas, órgãos governamentais, entidades reguladoras e operadores de infraestruturas críticas dos setores de energia, abastecimento de água, telecomunicações, finanças, entre outros.

Na semana passada, um relatório da Abin divulgado pela Folha de São Paulo, e confirmado pela TV Brasil, alertou para risco de influência ou interferência dos Estados Unidos (EUA) nas eleições brasileiras de 2026.

Elaborado em agosto deste ano, o documento classifica a possibilidade de interferência externa com um "nível de criticidade" e contextualiza o problema dizendo que "a reafirmação da hegemonia dos EUA na América Latina” é prioridade do segundo governo do presidente norte-americano Donald Trump.

Analistas consultados pela Agência Brasil têm alertado para o risco de ação cibernética dos EUA ou de bigtechs com objetivo de influenciar as eleições gerais de outubro, o que poderia desestabilizar sistemas informáticos e computacionais.

No dia 12 de agosto, a Casa Branca publicou memorando prevendo parceria com empresas privadas para ações que envolvem “acesso a tais sistemas de informação sem autorização do proprietário ou operador ou excedendo o acesso autorizado”.

Nesta semana, a Austrália denunciou uma invasão em site com estatísticas de saúde pública do país pela Open IA, dona do ChatGPT, uma das principais companhias de Inteligência Artificial do mundo.

Em números

  • O evento do Exército reuniu 1,3 mil participantes em Brasília e outras seis capitais

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