No primeiro caso, trata-se do chamado impulsionamento. É quando uma campanha paga para que determinada publicação seja exibida para mais pessoas. Nas plataformas, esses posts aparecem identificados como "patrocinados.
Nas eleições, o impulsionamento é permitido, mas só pode ser usado para promover a própria campanha, como propostas, ideias e ações do candidato. Não é permitido pagar para impulsionar ataques ou críticas a adversários.
Já a viralização não depende necessariamente de dinheiro. Ela ocorre quando um vídeo, meme, frase ou outra publicação é compartilhado por muitas pessoas e ganha alcance rapidamente.
Os algoritmos das redes sociais também influenciam esse processo: interações como curtidas, comentários e compartilhamentos podem aumentar as chances de um conteúdo ser exibido para outros usuários.
O mesmo mecanismo, porém, pode ajudar a espalhar rapidamente informações falsas ou fora de contexto. Por isso, o fato de uma publicação aparecer repetidamente nas redes não significa que ela seja necessariamente mais relevante ou verdadeira: o conteúdo pode ter sido impulsionado ou simplesmente viralizado.
📍Em uma série de 50 vídeos, o g1 vai explicar os principais temas das eleições de 2026. Os conteúdos mostram como funcionam as pesquisas, explicam o papel dos cargos em disputa e o funcionamento do Congresso, e trazem orientações práticas para votar.
A série também aborda o impacto das novas tecnologias na campanha, como inteligência artificial, deepfakes e influenciadores.
Fontes
Informação baseada em material público de G1 Política, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.