Ir para o conteúdo
Eleições 2026 Revisado por ULTRA AI

Caiado evita declarar posição sobre fim da escala 6x1, mas diz que PEC no Congresso é 'medida eleitoreira'

Proposta de emenda à Constituição prevê redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e acaba com a jornada de trabalho 6x1.

3 min de leitura
Caiado evita declarar posição sobre fim da escala 6x1, mas diz que PEC no Congresso é 'medida eleitoreira'

O candidato à presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), se esquivou, nesta quarta-feira (19) de um posicionamento sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe acabar com a escala 6x1 dos trabalhadores e afirmou que a medida é "eleitoreira.

Não é só essa, são todas as outras medidas que você vê que tem um objetivo simplesmente populista, eleitoreira, de voto. [...] Eu não posso Influenciar uma matéria da qual já está com viés eleitoreiro.

Olha o viés dela, eleitoreiro", afirmou Caiado.

A fala foi feita aos jornalistas após o 11º Fórum CNT de Debates, organizado pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), em que o candidato participou.

Após a resposta, Caiado novamente foi questionado pelos jornalistas sobre o seu posicionamento a respeito da proposta e se resumiu a dizer que "não vota", logo não precisaria esboçar opinião.

Essa é uma pauta que não é minha. Ela não é minha. A pauta não é do candidato a presidente. Ela será minha no momento em que eu assumir o poder", concluiu.

Na semana passada, o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou que vai liberar a tramitação da proposta na casa. O texto chegou em maio e ainda não tinha sido enviado para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para apreciação.

🔎 Enviar uma PEC ou projeto de lei para as comissões significa que a proposta começará a ser analisada formalmente pelo Senado. É uma etapa inicial da tramitação, antes da votação.

Em nota, Alcolumbre afirmou que teve "uma importante conversa institucional com o presidente Lula" na última quarta-feira (12).

Foi um diálogo maduro, franco e republicano, fundamental para compreender as prioridades do Governo e tratar da agenda legislativa de interesse do nosso país.

E que "na função de presidente do Congresso Nacional", tem a responsabilidade de assegurar que as matérias submetidas ao Parlamento tenham o devido encaminhamento, em respeito às prerrogativas do Poder Legislativo e ao papel de cada senadora e senador.

São matérias de alta complexidade que seguirão o rito ordinário e regimental no Senado, com a análise e o aprofundamento necessários", prosseguiu.

Porém, a avaliação no Senado é que esses temas devem ficar para depois das eleições.

Em meio ao período eleitoral, o Congresso terá só mais uma semana de esforço concentrado no início do mês de setembro.

Fontes

Informação baseada em material público de G1 Política, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • G1 Políticalink