Anitta afirmou que esperava a vitória de Lula no 1º turno, realizado em 4 de outubro, e reconheceu que subestimou a força eleitoral do “bolsonarismo”.
Cantora diz que errou ao esperar vitória do petista no 1º turno e cita políticas sociais para justificar apoio.
Formulário de cadastro alertas grátis do Poder360 concordo com os termos da LGPD. Inscreva-se Inscreva-se “Eu confesso que esse ano eu fui bem ingênua, eu tava convencida de que o Lula ia ganhar no 1º turno, por uma arrogância minha mesmo, de achar impossível em 2026 a maioria do país ainda dá credibilidade ao bolsonarismo, mas eu tava errada, né?”, declarou.
A cantora afirmou que não considera o bolsonarismo parte da direita. “Por isso que eu não chamo o bolsonarismo de direita, eu não chamo, chamo de bolsonarismo. A direita sempre existiu e as coisas não eram assim.
A direita e a esquerda de verdade apresentavam propostas reais de governo e aí o cidadão escolhia um lado ou outro lado, pronto”, disse Anitta.
Anitta também criticou o que classificou como idolatria aos Estados Unidos e afirmou que o movimento estimula conflitos entre brasileiros. Disse ainda que a associação entre religião e política é um dos aspectos mais graves do bolsonarismo.
Isso devia ser considerado crime”, disse Anitta.
Ao justificar o voto em Lula, a artista afirmou que as críticas ao presidente não devem apagar os resultados de programas sociais. “O fato de você enxergar as problemáticas políticas em torno do Lula, que não podem ser ignoradas, isso não pode apagar os benefícios que os projetos trouxeram e ainda trazem há anos para tantas pessoas necessitadas, tanta gente que saiu da miséria?”, disse Anitta.
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