O Rio de Janeiro mantém cinco milhões de litros de combustíveis apreendidos ou armazenados. Do total, 1,3 milhão de litros são de etanol e gasolina já próximos do estado de perdimento e serão repassados à polícia do estado.
Os 3,7 milhões restantes estão armazenados. O volume equivale a quase dois meses de abastecimento das forças de segurança fluminense, segundo estimativa do ICL (Instituto Combustível Legal).
Os combustíveis foram recolhidos em fiscalizações e operações contra vendas irregulares. Em operação da Sefaz (Secretaria da Fazenda), o lote de 1,3 milhão de litros será levado pelo ICL em caminhões-tanque para a Cidade da Polícia, local na zona norte da capital em que estão 15 delegacias.
O ICL afirma que não há uma legislação específica para tornar o processo de perdimento mais ágil. Uma lei reduziria custos de armazenagem e aceleraria a destinação do combustível.
O problema também atinge a esfera federal. A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) acumula cerca de 1,5 milhão de litros apreendidos sem conseguir concluir o perdimento desses produtos.
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Em números
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- Rio de Janeiro tem 5 milhões de combustíveis apreendidos e vai doar uma parte
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