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Economia

Quaest: desaprovação de Lula fica em 48%, e 49% dizem que economia piorou

Avaliação negativa do governo permanece em 37%; percepção sobre preços dos alimentos também segue desfavorável

2 min de leitura
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A desaprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permaneceu em 48% em setembro, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2). A aprovação oscilou de 46% para 45%.

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O levantamento também mostra estabilidade na avaliação mais ampla da gestão. Para 37% dos entrevistados, o governo é negativo, mesmo índice registrado em agosto.

Outros 35% consideram a administração positiva, ante 36% na rodada anterior, enquanto 25% classificam o governo como regular.

Os dados indicam que a percepção sobre Lula pouco mudou no início da campanha eleitoral, mesmo após uma sequência de eventos com maior exposição dos candidatos, como o debate da Band, as entrevistas à TV Globo e o início da propaganda eleitoral no rádio e na televisão.

Quaest: Lula abre 7 pontos sobre Flávio no 1º turno, mas 2º turno fica empatado.

Petista tem 37% contra 30% do candidato do PL em cenário de primeiro turno.

TSE rejeita multar Flávio por uso de imagem de Bolsonaro gerada por IA em convenção.

Relator ⁠do ‌caso, Nunes ⁠Marques entendeu que o episódio não configurou propaganda eleitoral antecipada.

A avaliação dos eleitores sobre a situação econômica continua desfavorável. Para 49%, a economia piorou nos últimos 12 meses. Outros 29% afirmam que o cenário permaneceu igual e 19% dizem ter percebido melhora.

A percepção sobre os preços dos alimentos também ajuda a explicar a resistência ao governo. Segundo a Quaest, 67% dos entrevistados afirmam que os alimentos ficaram mais caros no último mês.

Para 22%, os preços permaneceram estáveis, enquanto 9% perceberam queda.

Os números são especialmente relevantes para a campanha de Lula porque a avaliação da economia costuma ter peso direto sobre a percepção do eleitor em relação ao governo.

Com a eleição se aproximando, uma melhora nesses indicadores pode influenciar a capacidade do presidente de ampliar sua aprovação para além do eleitorado que já avalia sua gestão positivamente.

A Quaest entrevistou 2. 004 pessoas com 16 anos ou mais entre 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa, contratada pela Globo em parceria com o jornal O Globo, foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07065/2026.

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