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Economia Revisado por ULTRA AI

Preço do petróleo oscila com estagnação nas negociações entre EUA e Irã

Barril Brent chegou a cair 1,2% e subir 1,5% em dia de oscilação

2 min de leitura
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O preço do petróleo está oscilando nesta sexta-feira (14) com a indefinição nas negociações entre EUA e Irã, que mantém o tráfego paralisado no estreito de Hormuz, por onde passava 20% da produção mundial de petróleo e gás.

A oscilação ocorre pela estagnação nas negociações pela paz na região, após a semana ter iniciado com os mediadores Paquistão e Qatar tendo anunciado que um acordo estava próximo, o que não se tornou realidade.

Somado a isso, navios que tentam atravessar o estreito de Hormuz foram atacados em toda a semana, causando a diminuição do tráfego na região e impedindo o escoamento da produção de petróleo.

Na quinta-feira, nove embarcações passaram pela estreita via navegável na entrada do Golfo, abaixo da média do mês, que está em 12, segundo a empresa de rastreamento de navios Kpler.

A agência de notícias estatal dos Emirados Árabes Unidos WAM divulgou que dois navios da estatal Abu Dhabi National Oil Company foram atacados enquanto atravessavam o estreito na noite de quinta.

Além da ameaça à infraestrutura energética da região, a capacidade do Irã de restringir a navegação pelo estreito é sua principal fonte de vantagem nas negociações", comentou Torbjorn Solvedt, analista-chefe para o Oriente Médio da empresa de inteligência de risco Verisk Maplecroft.

Os ataques levaram os EUA a endurecer novamente o discurso contra o regime iraniano. "Vamos aplicar medidas como nunca se viu na história do isolamento econômico de um país", ameaçou o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, em entrevista ao programa "Rob Schmitt Tonight", da Newsmax.

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O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse que as Forças Armadas do país têm capacidade para manter uma presença naval na região a fim de fazer valer seu bloqueio retaliatório contra o Irã que causou graves prejuízos econômicos ao país.

Fontes

Informação baseada em material público de Folha Mercado, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Folha Mercadolink

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