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O acordo encerra ações movidas por 29 estados americanos e põe fim a um julgamento federal considerado um dos principais testes, até agora, das acusações de que redes sociais prejudicam crianças e adolescentes, segundo a agência Reuters.
O julgamento começou em 12 de agosto e reunia ações judiciais iniciadas em 2023. Ao aceitar o acordo, a empresa de Mark Zuckerberg não admitiu ter cometido irregularidades.
O acordo também encerra processos movidos por Califórnia, Illinois, Novo México e Washington, D. C., relacionados ao escândalo Cambridge Analytica. O caso envolveu a coleta de dados pessoais de milhões de usuários do Facebook pela empresa de consultoria.
Apesar do acordo, a Meta ainda enfrenta outras ações em tribunais federais e estaduais dos EUA, segundo a Reuters.
Nessas ações, a empresa é acusada de desenvolver deliberadamente recursos para aumentar o tempo que crianças e adolescentes passam nas plataformas, provocando dependência e contribuindo para problemas de saúde mental.
limite diário padrão de 2 horas para usuários menores de 18 anos, que só pode ser alterado por um dos pais;que a Meta responda a 90% dos relatos de adolescentes sobre conteúdo potencialmente prejudicial em até 6 horas;que usuários menores de 18 anos tenham a opção de usar um feed não personalizado;inclui bloqueio noturno padrão entre meia-noite e 6h para usuários menores de 18 anos, que pode ser removido pelos pais;que a Meta mantenha, revise e melhore as medidas existentes de segurança de conteúdo para adolescentes;implemente medidas para identificar e remover crianças menores de 13 anos de suas plataformas;E bloqueie notificações para usuários menores de 18 anos das 22h às 7h e durante o horário escolar.
Em números
- Meta vai pagar US$ 16 bilhões em acordo por alegações de vício de crianças em r
Fontes
Informação baseada em material público de G1 Economia, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.