Audiência no Supremo está marcada para terça-feira (3), enquanto parlamentares discutem mudanças na medida provisória editada por Lula.
Índices futuros dos EUA operam mistos com eleições e balanço da Apple em foco.
Os bancos europeus não devem esperar que os reguladores enfraqueçam as principais salvaguardas de capital pós-crise como parte dos esforços para simplificar as regras bancárias, afirmou nesta terça-feira o supervisor do Banco Central Europeu Pedro Machado, argumentando que tais medidas de proteção impedem que as instituições financeiras subestimem os riscos.
Enquanto a Europa debate como reduzir a burocracia e impulsionar os empréstimos, Machado se opôs aos pedidos de partes do setor bancário para reduzir os requisitos de capital introduzidos após a crise financeira global de 2008.
Em particular, ele defendeu o “limite mínimo de capital”, uma regra global que limita o quanto os bancos podem reduzir os requisitos de capital ao utilizar seus próprios modelos internos para quantificar riscos.
XP reduz recomendação para Bolsa brasileira e afirma que potencial de alta do Ibovespa já não se destaca frente aos retornos oferecidos pela renda fixa.
Os preços do petróleo sobem após a notícia de que os Estados Unidos haviam atacado a ilha iraniana de Qeshm, aumentando as preocupações com uma escalada do conflito que já dura oito meses.
As cotações do minério de ferro na China fecharam no vermelho, pressionadas pelo aumento da oferta dos principais fornecedores e pela demanda fraca pelo ingrediente essencial para a produção de aço na China.
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em baixa nesta terça, liderados pelas perdas do setor de tecnologia na Coreia do Sul e em Taiwan. Os mercados do Japão estão fechados devido a um feriado nacional.
Já o banco central da Austrália elevou sua taxa básica de juros em 25 pontos-base, para 4,85%, o nível mais alto desde novembro de 2008.
Os mercados europeus operam em baixa generalizada, com os temores sobre a saúde financeira das empresas de tecnologia continuando a pesar sobre os ativos. O índice de referência das ações europeias recuava nesta terça-feira, com as ações do setor de tecnologia liderando as quedas, à medida que as preocupações com as perspectivas para o setor de inteligência artificial e as notícias sobre o agravamento das tensões no Oriente Médio pesaram sobre o apetite pelo risco.
STOXX 600: -0,30%DAX (Alemanha): -0,61%FTSE 100 (Reino Unido): -0,48%CAC 40 (França): -0,20%FTSE MIB (Itália): -0,38% update 8h03 EUA: índices futuros operam mistos com midterms em foco Os índices futuros de Nova York operam em baixa nesta terça-feira (3), em meio ao aprofundamento da onda de vendas de ações de tecnologia e à crescente cautela dos investidores antes das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos (midterms).
O Partido Republicano, do presidente Donald Trump, enfrenta o desafio de manter o controle do Congresso. As pesquisas de opinião apontam para uma vitória dos democratas na Câmara, embora a disputa pelo Senado segue indefinida.
Os sites de mercado de previsões Polymarket e Kalshi atribuem atualmente probabilidades de 77% e 76%, respectivamente, de que os democratas assumam o controle do Senado.
A pressão sobre o setor ganhou força após a Apple recuar 2% nas negociações do after-market. A gigante de tecnologia divulgou uma projeção de margem considerada decepcionante pelo mercado, enquanto as vendas de iPads no quarto trimestre fiscal ficaram abaixo das estimativas de Wall Street.
O Índice de Confiança Empresarial (ICE) do FGV IBRE recuou 0,3 ponto em outubro, para 89,8 pontos. Na métrica de médias móveis trimestrais, o índice segue em tendência descendente, com queda de 0,6 ponto, a segunda consecutiva.
A cautela com as eleições legislativas de meio de mandato nos Estados Unidos deve predominar nos mercados nesta terça-feira, enquanto investidores nacionais retornam de final de semana prolongado.
Operadores no Polymarket veem cerca de 77% de probabilidade de os democratas conquistarem o controle de ambas as Casas do Congresso dos EUA, um resultado que pode levar a uma supervisão mais rigorosa da inteligência artificial e a uma regulamentação mais ampla das empresas.
Às vésperas das eleições, pesquisas indicam vantagem dos democratas na disputa pela Câmara dos Deputados, enquanto a corrida pelo controle do Senado permanece acirrada.
Além disso, o petróleo subia nesta sessão após ter caído mais de 7% no dia anterior. Os preços avançaram depois que uma autoridade iraniana afirmou que um acordo para encerrar a guerra ainda está distante e de os Estados Unidos terem atacado a Ilha de Qeshm, no Irã, aumentando os temores de novas interrupções no fornecimento regional de energia.
Na agenda nacional, investidores operam na expectativa da reunião de política monetária do Banco Central em meio aos receios com o futuro da política fiscal no Brasil.
A queda acentuada do mercado brasileiro após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva turvou as perspectivas de crédito mais barato, deixando o Banco Central na posição de ponderar os riscos de inflação contra os custos de financiamento dolorosamente altos.
O dólar comercial emendou a segunda alta diante do real. O movimento foi na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,13%, aos 101,91 pontos.
Em números
- STOXX 600: -0,30%DAX (Alemanha): -0,61%FTSE 100 (Reino Unido): -0,4
- 8%CAC 40 (França): -0,20%FTSE MIB (Itália): -0,38% update 8h03 EUA: índices
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