O suspeito de desvio trabalhava na principal agência do Deutsche Bank, localizada na sede em Frankfurt, e é acusado de ter transferido, até meados de 2025, dinheiro das contas de clientes para uma conta em nome de sua sogra.
Em seguida, usou o dinheiro para especular com derivativos e perdeu a maior parte, segundo os promotores. A suspeita é que ele tenha cometido a fraude durante mais de um ano.
Entre as supostas vítimas estavam um executivo de private equity, o ex-presidente-executivo de uma empresa de bens de consumo de capital aberto e um sócio de um escritório de advocacia internacional.
O caso ocorre enquanto o Deutsche Bank busca expandir suas operações de gestão de patrimônio. O banco anunciou planos de contratar até 250 gerentes de relacionamento e de investimentos em todo o mundo para disputar clientes de alta renda.
O réu admitiu as acusações em juízo, afirmando ter "trabalhado durante anos em uma profissão na qual a confiança é o único capital.
Eu traí essa confiança", admitiu o funcionário. Se for considerado culpado por abuso de confiança agravado, cometido de forma comercial, ele poderá ser condenado a até 10 anos de prisão.
Após discussões entre as partes, o juiz afirmou que o réu buscava uma pena que pudesse ser suspensa, desfecho que o tribunal estava naquele momento "inclinado a considerar favoravelmente.
Em números
- Funcionário de banco alemão admite que desviou R$ 3,6 milhões de clientes ricos para conta da sogra
Fontes
Informação baseada em material público de Folha Mercado, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.