Os recursos estão distribuídos entre diferentes tipos de instituições financeiras. Os bancos concentram a maior parcela do montante disponível.
- Bancos: R$ 2,46 bilhões, o equivalente a 42,4% do total.
- Administradoras de consórcios: R$ 1,97 bilhão.
- Cooperativas de crédito: R$ 805,6 milhões.
- Instituições de pagamento: R$ 369,6 milhões.
- Corretoras e distribuidoras: R$ 68 milhões.
- 69,4% dos valores a receber são de até R$ 10.
- 18,95% estão na faixa entre R$ 10,01 e R$ 100.
- 9,39% variam de R$ 100,01 a R$ 1 mil.
- 2,21% dos beneficiários têm valores superiores a R$ 1 mil para resgatar.
- Acesse o site oficial do Sistema Valores a Receber.
- Faça a consulta dos valores disponíveis.
- Entre no sistema com uma conta Gov.br de nível prata ou ouro, quando solicitado para o resgate.
- Leia e aceite o termo de responsabilidade.
- Confira o valor e a instituição responsável pelo pagamento.
- Contas correntes ou poupanças encerradas com saldo disponível.
- Tarifas ou parcelas de operações de crédito cobradas indevidamente.
- Recursos de grupos de consórcio encerrados.
- Valores de contas de pagamento pré-pagas ou pós-pagas encerradas.
- Cotas de capital e sobras líquidas de cooperativas de crédito.
- Saldos remanescentes em contas encerradas de corretoras e distribuidoras.
- Utilize somente o endereço oficial do Banco Central.
- Não clique em links suspeitos enviados por e-mail, SMS ou aplicativos de mensagens.
- Não compartilhe senhas ou códigos de acesso.
- Desconfie de cobranças antecipadas para liberar o dinheiro.
A maior parte dos beneficiários tem direito a quantias pequenas. Segundo os dados divulgados.
A consulta deve ser feita exclusivamente pelo Sistema Valores a Receber, do Banco Central.
O procedimento permite verificar se há dinheiro disponível e identificar a instituição responsável pela devolução.
Para consultar, é necessário informar o CPF e a data de nascimento, no caso de pessoas físicas, ou os dados da empresa, conforme solicitado pelo sistema.
Para solicitar o resgate, o interessado deve seguir as orientações apresentadas na plataforma. Quando a devolução por Pix estiver disponível, o valor poderá ser transferido em até 12 dias úteis, segundo as instruções do serviço.
Quem não possui chave Pix deverá entrar em contato com a instituição financeira indicada pelo sistema para combinar outra forma de recebimento.
No caso de valores pertencentes a pessoas falecidas, a consulta e a solicitação devem ser realizadas por herdeiros, testamentários, inventariantes ou representantes legais, conforme as exigências do sistema e da instituição financeira.
O chamado dinheiro esquecido corresponde a recursos que pertencem a clientes, mas permaneceram em instituições financeiras sem resgate. Entre as principais situações estão.
O sistema reúne informações fornecidas pelas instituições participantes e permite que os titulares verifiquem a existência de recursos a receber.
O Banco Central alerta que o serviço é gratuito e que não é necessário pagar intermediários para consultar ou recuperar os valores.
Para evitar fraudes, é importante observar algumas recomendações.
O Banco Central não envia links nem entra em contato para solicitar dados pessoais ou confirmar informações sobre valores a receber.
A consulta pelo sistema oficial é a forma indicada para verificar a existência de recursos e conhecer os procedimentos para solicitar a devolução.
Em maio, o governo anunciou o uso de recursos esquecidos em instituições financeiras para viabilizar o Desenrola 2. 0, programa voltado à renegociação de dívidas.
Na prática, o fundo pode cobrir parte das perdas dos bancos em caso de inadimplência dos tomadores de empréstimos.
Segundo o governo, 10% do saldo transferido ficariam segregados para atender a eventuais pedidos de resgate dos titulares dos recursos.
A operação passou a ser investigada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que apura o uso de recursos em programas federais fora do Orçamento da União.
A preocupação envolve o fato de que valores movimentados fora do orçamento não ficam submetidos aos mesmos limites fiscais aplicáveis às despesas públicas. A inclusão formal desses gastos poderia exigir o bloqueio de outras despesas discricionárias do governo.
Em números
- Dinheiro esquecido em bancos sobe para R$ 5,8 bilhões em agosto
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