Os economistas consultados pelo Banco Central mantiveram em 5,22% a projeção para a inflação de 2026, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e reduziram de 1,85% para 1,83% a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).
Para 2027, a previsão subiu de 4,30% para 4,32%, interrompendo a estabilidade observada na semana anterior. Para 2028, a expectativa recuou de 3,79% para 3,75%, enquanto, para 2029, permaneceu em 3,50%.
No caso do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), a projeção para 2026 caiu de 5,27% para 5,26%. Para 2027, a estimativa recuou de 4,11% para 4,00%, enquanto, para 2028, caiu de 3,93% para 3,90%.
Já para 2029, a projeção subiu de 3,80% para 3,81%, após uma semana de estabilidade.
A estimativa para os preços administrados, que incluem itens como energia elétrica, combustíveis e tarifas de serviços públicos, recuou de 4,89% para 4,84% em 2026.
Para 2027, a projeção subiu de 3,84% para 3,86%, enquanto, para 2028, avançou de 3,62% para 3,63%. Em 2029, a expectativa permaneceu em 3,50% pela 66ª semana consecutiva.
Para 2027, a expectativa recuou de 1,40% para 1,32%, após uma semana de estabilidade. Para 2028, a projeção caiu de 1,83% para 1,81%, enquanto, para 2029, permaneceu em 2,00% pela 83ª semana consecutiva.
Para 2027, a expectativa continuou em 12,00% ao ano pela 18ª semana consecutiva. Em 2028, a projeção permaneceu em 10,50% pela 16ª semana seguida, enquanto, para 2029, a estimativa ficou estável em 10,00% ao ano pela 24ª semana consecutiva.
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