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Economia Revisado por ULTRA AI

As melhores cidades para viver, de acordo com a geração Z — e tem brasileira na lista

Onde as pessoas com menos de 30 anos preferem viver?

5 min de leitura
Economia — imagem padrão

Mobilidade e facilidade de caminhar, acesso à natureza, coisas legais para fazer, custo de vida e facilidade para conhecer pessoas são elementos considerados essenciais pela geração Z para definir um local como ideal para morar.

Apesar de educação, saúde e segurança serem pilares da qualidade de vida urbana, um levantamento feito pela Time Out, em parceria com a operadora de turismo Intrepid Travel, mapeou as melhores cidades que os nascidos entre 1997 e 2012 preferem.

Tóquio, no Japão, ficou em primeiro lugar.

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Para os mais jovens, nem tudo é sobre balada e festas. A combinação de felicidade, comunidade, baixo custo de vida, boa mobilidade, cultura vasta e espaço para natureza e atividades físicas são os fatores que mais interessam essa geração a se mudar.

Essas são as 20 melhores cidades do planeta para a Geração Z viver.

Para elaborar a lista das Melhores Cidades para a Geração Z, foram consideradas as respostas de pessoas com menos de 30 anos, incluindo apenas a cidade com a maior pontuação em cada país.

Até uma cidade brasileira está na lista: o Rio de Janeiro. Em 18º lugar, a combinação de praia, mar e Mata Atlântica é boa parte do motivo que atrai os jovens para o Rio.

Vida ao ar livre, além de atividades culturais e noturnas frequentes, bem como a sociabilidade aumentam o apelo pela cidade.

Os cariocas são descritos pela Time Out como acolhedores, e 79% dos moradores entrevistados disseram sentir um senso de comunidade na cidade.

O que a geração Z acha das 10 melhores cidades para viver.

Mobilidade, felicidade e opções de lazer. A cidade combina facilidade para andar a pé e transporte excelente com acesso à cultura, oferta relativamente boa de moradia e uma vida noturna diversificada, que vai muito além de bares e clubes, incluindo karaokês, casas de banho 24 horas e centros de entretenimento.

De acordo com a pesquisa, 100% dos jovens entrevistados disseram encontrar alegria nas experiências cotidianas em Tóquio.

Comunidade, beleza e custo de vida. A cidade reúne rio, mar, parques, centro histórico e instituições culturais acessíveis.

O principal destaque foi o sentimento de comunidade: 100% dos entrevistados avaliaram positivamente esse aspecto. Além disso, 93% consideram Porto acessível, especialmente para comer fora, beber e consumir arte e cultura.

Comida, cultura e vida de bairro. A cidade tem forte cena de teatro independente, música ao vivo, comédia e eventos.

Apesar do custo de vida elevado, há opções de alimentação barata, muitos espaços verdes, transporte público e uma forte comunidade estudantil. Quase todos os entrevistados aprovaram a cena gastronômica e 97% aprovaram a cultura.

Vida noturna, cultura e qualidade de vida. O grande diferencial para os jovens é a combinação de clubes, música ao vivo e eventos em espaços históricos.

A cidade também se destaca por áreas verdes, facilidade para caminhar e programação cultural. Aproximadamente 90% disseram estar mais felizes em Edimburgo do que em qualquer outro lugar onde viveram, e 94% consideraram as pessoas positivas.

Segurança, sociabilidade e preços. A cidade foi destacada como particularmente segura para jovens, além de relativamente acessível. Há iniciativas para ampliar moradias de aluguel acessíveis e uma série de “terceiros espaços” para socialização.

Todos os entrevistados disseram que Xangai os faz felizes, enquanto 76% disseram ser fácil conhecer pessoas e fazer amigos.

Cultura, mobilidade e intensidade urbana. A cidade continua atraindo jovens pela quantidade de coisas acontecendo, vida noturna e possibilidade de conhecer gente nova.

98% dos entrevistados consideraram a cidade caminhável, 88% disseram que ela é vibrante e 95% avaliaram positivamente a cultura. Mesmo sendo cara, 93% disseram que é acessível frequentar exposições de arte.

Qualidade de vida, bicicleta e espaços públicos. A cidade combina deslocamento fácil de bicicleta, áreas verdes, praias e espaços para nadar.

Também há benefícios para estudantes e jovens, como educação gratuita, bolsas e iniciativas culturais gratuitas ou subsidiadas. 83% avaliaram positivamente a facilidade de andar de bicicleta e a pé, e 78% disseram que viver na cidade lhes traz felicidade.

Diversidade, comunidade e cultura alternativa. A cidade oferece uma forte cena noturna e cultural, mas também espaços para diferentes comunidades e interesses, de aulas de dança a feiras e encontros.

65% avaliaram positivamente restaurantes, áreas verdes, facilidade para conhecer pessoas e bem-estar. A arte foi um dos pontos mais acessíveis, com 72% considerando sua cena artística barata.

Sol, comunidade, atividades ao ar livre e preços. A cidade oferece vida noturna acessível, museus gratuitos aos domingos e transporte público barato.

O grande diferencial é a socialização ao ar livre, com grupos de corrida, yoga, trilhas e natação no Mediterrâneo. 93% dos jovens disseram que viver em Valência os deixa felizes e 86% aprovaram o senso de comunidade.

Criatividade, gastronomia, custo de moradia e felicidade. A capital tailandesa reúne designers, artistas, chefs e músicos em uma cena criativa dinâmica.

Os aluguéis são relativamente acessíveis e, além da conhecida vida noturna, os jovens valorizam corrida, yoga e atividades de bem-estar. 96% disseram que a cidade os faz felizes, enquanto 87% aprovaram os restaurantes e 78%, a vida noturna.

Fontes

Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • InfoMoneylink

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