Ir para o conteúdo

Sexta-feira, 9 de outubro de 2026 | Corumbá - MS | 32°C Parcialmente nublado

Cultura

Coletivo Pra Gira Girar lança álbum que reverbera legado do grupo Os Tincoãs

Disco tem edição programada para 30 de outubro e traz 12 músicas do cancioneiro de Mateus Aleluia.

2 min de leitura
Coletivo Pra Gira Girar lança álbum que reverbera legado do grupo Os Tincoãs

Com capa que expõe arte de Ilana Paterman Brasil, o álbum reúne 12 músicas extraídas da discografia dos Os Tincoãs, grupo baiano formado em Cachoeira (BA) em 1960 e projetado na década de 1970 com música afro-brasileira de grande carga ancestral e espiritual.

O álbum “Pra gira girar – Uma celebração aos Tincoãs” foi gravado com produção musical orquestrada por Mario Caldato com a colaboração do baixista Alexandre Kassin.

O núcleo central do coletivo Pra Gira Girar é composto pelo mentor do grupo, Alvaro Lancellotti (voz), com Alan de Deus (voz), Michele Leal (voz) e Pedro Costa (guitarra).

O repertório do álbum inclui músicas como “A força da Jurema” (Mateus Aleluia, Dadinho e Heraldo Bozas, 1973), “Cordeiro de Nanã” (Mateus Aleulia e Dadinho, 1977), “Lamento às águas” (Mateus Aleluia e Dadinho, 1977), “Na beira do mar” (Mateus Aleluia e Dadinho, 1973), “Oxossi te chama” (Mateus Aleulia e Dadinho, 1975) e “Salmo” (Mateus Aleulia e Dadinho, 1975), entre outras composições da fase áurea dos Tincoãs.

Além do quarteto integrante do núcleo central, o álbum “Pra gira girar – Uma celebração aos Tincoãs” foi gravado com as adesões de Kassin (baixo, além da coprodução), Anna Magalhães (percussão), Diogo Gomes (trompete) e Zé Manoel (piano e voz).

O percussionista Zero Awá (1957 – 2025) completa in memoriam a ficha técnica do disco, editado em LP.

O álbum decorre da boa receptividade do show apresentado pelo coletivo para reverenciar os Tincoãs. “Esse disco é uma consequência do show, nada tínhamos planejado.

No entanto, entendemos que essa obra era riquíssima e que pouca gente viu Os Tincoãs em cena. Eles não fizeram tantas aparições como banda e também pertencem a uma geração muito antiga.

Houve, então, uma vontade muito genuína de reapresentá-los”, explica Alvaro Lancellotti.

Comentários

Participe da conversa. Comentários passam por moderação antes de aparecer.

Carregando comentários…

Leia também

Mais em Cultura