A rigor, o título completo do segundo álbum da banda mineira de indie rock é “Às vezes um sonho pode ser um planeta inteiro ou uma canção ou uma cama com travesseiro de pluma de ganso ou um apagão ou a grande luz no meio desse grande túnel no qual estamos inegável infalível incansavelmente passageiros”.
Na prática, o álbum deverá ser conhecido e mencionado pelo público e pela mídia como “Às vezes um sonho...”.
Seja como for, o disco chega ao mundo digital dois anos após o álbum antecessor “Beirada” (2024) – e um após o EP “Rebarba” (2025) – com onze músicas autorais compostas e gravadas por Amélia do Carmo (voz), Augusto Vargas (baixo e voz), Bernardo Bara (bateria) e Mario Ricardo (guitarra) no estúdio YB, em São Paulo (SP), com produção musical de Fernando Rischbieter, também responsável pela mixagem e masterização, estas feitas em parceria com Pedro Vinci.
Vocalista da banda mineira Pato Fu, a cantora Fernanda Takai é a convidada da banda Varanda na música “Sereno”. Antecedido pelo single “Anjo de papel”, lançado em 14 de agosto, o álbum alinha músicas inéditas como “Alameda Travessia”, “Caminho”, “Flecha”, “Riso solto”, “Labirinto” e “Planeta sonho”, composição homônima do sucesso da banda 14 Bis.
A capa do álbum expõe arte de Pietra Coelho que traduz a atmosfera onírica de repertório, composto tendo o sonho como traço de união entre as músicas.
Fontes
Informação baseada em material público de G1 Pop & Arte, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.