Trata-se do sexto álbum da artista nos correntes anos 2020 – década em que Alaíde vem mantendo a média de um álbum por ano (a exceção foi 2023).
O álbum que a cantora lançará em 2027 é um disco de duo, gravado por Alaíde com o pianista André Mehmari no Estúdio Monteverdi, mantido pelo músico em São Paulo (SP).
Já em fase final, as gravações do álbum estão sendo filmadas pelo filho de Alaíde, Marcelo Lima, para gerar conteúdo audiovisual, além do disco em si.
Centrado no universo da MPB dos anos 1970 e 1980, o repertório é composto por músicas de que Alaíde Costa sempre gostou, mas nunca teve a oportunidade de gravar em estúdio.
A seleção de músicas inclui “Amor proibido” (Cartola, 1968), “Folhas secas” (Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito, 1973), “Retrato falado” (Eduardo Gudin e Paulo César Pinheiro, 1976), “Contrato de separação” (Dominguinhos e Anastácia, 1979), “Velas içadas” (Ivan Lins e Vitor Martins, 1979) e “Nobreza” (Djavan, 1982), entre outras composições já gravadas.
Faltam somente duas músicas para Alaíde Costa e André Mehmari concluírem a gravação do álbum. A cantora ainda pretende gravar “Meu silêncio” (Claudio Nucci e Luiz Fernando Gonçalves, 1980) e “Como dos extraños” (José Maria Contursi e Pedro Laurenz, 1940), tango argentino conhecido no Brasil pela gravação feita pela cantora argentina Mercedes Sosa (1935 – 2009) para o álbum “Gestos de amor” (1994).
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