Oi, oi, gente amiga deste nosso programa que às vésperas do encerramento da COP 17 da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação, que acontece na Mongólia desde o último dia 17 , reunindo representantes de diversos países em torno de um desafio cada vez mais urgente: como enfrentar a desertificação em um planeta que está ficando cada vez mais quente.
Na última terça-feira, 25, o Brasil apresentou sua Meta Voluntária de Neutralidade da Degradação da Terra para 2030. O compromisso prevê a recuperação ou restauração de mais de 163 mil quilômetros quadrados de áreas degradadas até 2030, além de ações de prevenção, conservação e manejo sustentável em outros territórios.
Uma meta ambiciosa, que agora coloca o país diante do desafio de transformar o compromisso em ações efetivas.
No Brasil, é no semiárido nordestino que esse desafio global ganha uma dimensão muito concreta: na vida das mulheres que enfrentam os efeitos da seca, das mudanças do clima e da desertificação, mas também criam caminhos de resistência e de convivência com a realidade do sertão.
Para nos ajudar a compreender essa realidade com o olhar sensível da ciência e da justiça climática, o Viva Maria conversa agora com a climatologista Francis Lacerda.
Pesquisadora do Instituto Agronômico de Pernambuco, o IPA, Francis dedica sua vida a estudar o clima e a fortalecer a autonomia de quem planta, produz e faz brotar vida no nosso Nordeste.
Francis, minha amiga, seja bem-vinda ao Viva Maria.
Em números
- O compromisso prevê a recuperação ou restauração de mais de 163 mil quilômetros quadrados de áreas degradadas até 203
Fontes
Informação baseada em material público de Radioagência Nacional, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.