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Prédio da Funai no Paraná recebe ataques com artefatos explosivos

Imagens registradas após a ação mostram as janelas de vidro quebradas. Apesar do dano, não havia pessoas no local e ninguém ficou ferido. PF investiga o caso.

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Prédio da Funai no Paraná recebe ataques com artefatos explosivos

O prédio da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) em São Jerônimo da Serra, no norte pioneiro do Paraná, recebeu ataques nesta quinta-feira (8).

  • Curitiba: Homem armado com faca invade CMEI e mantém crianças reféns.
  • Entenda: CRM do Paraná abre sindicância e médico que implantou prótese em joelho errado de idosa pode ter registro profissional cassado.
  • Conclusão da polícia: Deficiente auditivo encontrado morto por vizinha no Paraná foi assassinado por amigo.

Segundo o Ministério dos Povos Indígenas (MPI), a entrada do prédio, que faz parte da Unidade Técnica Local (UTL), foi danificada com artefatos explosivos.

Em imagens registradas após o ataque, é possível ver que as janelas de vidro do local ficaram quebradas. Apesar do dano, não havia pessoas no local e ninguém ficou ferido.

Um boletim de ocorrências foi aberto pela Funai. A Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) foram acionadas para investigar a motivação e identificar os responsáveis pelos ataques.

Em nota, o MPI informou que acompanha os desdobramentos do caso, em parceria com as forças de segurança.

O Estado brasileiro não se intimidará diante de tentativas de coação, não aceitará qualquer tipo de violência e continuará firme no cumprimento de seu dever constitucional de garantir e proteger os direitos fundamentais dos povos indígenas", diz a nota.

A região de São Jerônimo da Serra tem históricos de conflitos territoriais indígenas. Na cidade, vivem cerca de 670 pessoas de três povos indígenas: os Guarani Ñandeva, os Kaingang e os Xetá.

De acordo com o Conselho Missionário Indigenista (Cimi), desde o começo do ano, 42 famílias do povo Xetá realizam a reocupação da Terra Indígena Herarekã Xetá. A área, que é de um residente de Curitiba, é alvo de incêndios frequentemente, segundo o Cimi.

A reivindicação do local está em processo desde 1999 e não foi finalizada.

Em números

  • Na cidade, vivem cerca de 670 pessoas de três povos indígenas: os Guarani Ñandeva, os K

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