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Polícia do Rio apreende armas após morte de suboficial do Bope

Corporação diz que, devido à baixa luminosidade, agentes do batalhão de Jacarepaguá confundiram policiais de elite com criminosos.

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Brasil — imagem padrão

Em nota, a Polícia Civil do Rio diz que os agentes do Bope faziam uma abordagem a ocupantes de um carro no Beco do Saci, na Gardênia Azul, quando foram confundidos com criminosos pelos policiais do batalhão de Jacarepaguá.

De acordo com a corporação, o local é pouco iluminado, os agentes não identificaram os colegas e acabaram iniciando uma troca de tiros.

No tiroteio, cinco militares do Bope e um da unidade de Jacarepaguá foram feridos. O subtenente Glaucio da Silva já chegou morto ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, para onde foram levados também os outros feridos.

De acordo com a Polícia Civil, os policiais militares envolvidos prestaram depoimento na unidade, as armas utilizadas foram apreendidas para perícia e as imagens das câmeras corporais foram requisitadas.

Na nota da tropa de elite, foram destacados os 26 anos de dedicação prestados à corporação pelo subtenente Glaucio da Silva. "Neste momento de dor, o Bope se solidariza com seus familiares e amigos, expressando sinceras condolências e desejando força e conforto para enfrentar essa irreparável perda.

Glaucio deixa três filhos: duas filhas, de 30 e 19 anos, e um filho, de 7 anos.

Dos cinco militares feridos dois deixaram o hospital no mesmo dia, depois de medicados e outros dois ficaram internados, mas fora de perigo.

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