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Brasil Revisado por ULTRA AI

Nova plataforma reúne dados sobre violência contra mulheres no Rio

Plataforma de dados do Observatório do Feminicídio do Rio de Janeiro integra informações da saúde, assistência e segurança pública sobre violência de gênero no

2 min de leitura
Brasil — imagem padrão

Uma plataforma digital que integra informações sobre a violência contra meninas e mulheres no Rio de Janeiro. O governo do estado acaba de lançar a ferramenta pública, disponível no portal Observatório do Feminicídio.

A iniciativa inédita, desenvolvida pela Secretaria de Estado da Mulher e Políticas Inclusivas em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro, vai permitir identificar fatores de risco, acompanhar a atuação da rede de proteção e subsidiar o planejamento e o aprimoramento de políticas públicas voltadas à prevenção da violência de gênero, destaca a subsecretária de Políticas para Mulheres, Giulia Luz.

Na ponta, isso significa cada vez mais profissionais qualificados através de formação em parceria com a universidade, integração com os órgãos envolvidos na rede de enfrentamento e garantia de políticas públicas baseadas em evidências.

Segundo o governo do Rio de Janeiro, a plataforma consolida informações de diferentes bases públicas, incluindo registros dos canais 190 e Ligue 180, dados do Dossiê Mulher, do Instituto de Segurança Pública, informações do Tribunal de Justiça do Estado e sistemas nacionais de saúde.

E é essa integração de informações que permite acompanhar diferentes etapas da trajetória das mulheres nos serviços de proteção, segurança, justiça e saúde.

Voltada a gestores públicos, pesquisadores, profissionais da rede de atendimento e à sociedade em geral, a plataforma contribui para a identificação de vulnerabilidades, desafios no atendimento e oportunidades de fortalecimento das ações preventivas.

De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou 1. 571 feminicídios em 2025, o maior número da série histórica.

Fontes

Informação baseada em material público de Radioagência Nacional, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Radioagência Nacionallink

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