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MPRJ faz buscas e denuncia 22 em operação contra ‘máfia das cantinas’ em presídios do RJ; prejuízo é de R$

Segundo os promotores, a ‘organização criminosa controlou, por quase 10 anos, a exploração comercial das cantinas instaladas em unidades prisionais do RJ’.

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MPRJ faz buscas e denuncia 22 em operação contra ‘máfia das cantinas’ em presídios do RJ; prejuízo é de R$

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) iniciou nesta terça-feira (1º) a 2ª fase da Operação Snack Time, contra a “máfia das cantinas” em presídios fluminenses.

Entre os investigados estão um ex-subsecretário estadual que já foi preso e um policial penal.

Promotores do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) saíram para cumprir mandados de busca e apreensão contra 22 alvos. Todos foram denunciados pelo Gaeco por organização criminosa e fraude em licitação, e a 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa aceitou a denúncia, tornando-os réus, e expediu os mandados.

As buscas são realizadas em endereços na capital e nos municípios de Mesquita e Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Segundo os promotores, a organização criminosa controlou, por quase 10 anos, as cantinas instaladas em unidades prisionais do RJ.

Na casa de Ronaldo, o Gaeco apreendeu joias e dinheiro em espécie.

O Gaeco acrescentou haver “manobras para desclassificar eventuais vencedores que não integravam o esquema”.

Rafael chegou a ser preso em 2020, dias após ser considerado foragido da Operação Hiperfagia, que já investigava fraudes em contratos de fornecimento de comida para o Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio.

Já a 1ª etapa da Operação Snack Time foi deflagrada em novembro de 2024. O MPRJ cumpriu 4 mandados de busca e apreensão.

A TV Globo tenta contato com os denunciados.

A Seppen reforça que não compactua com quaisquer desvios de conduta e cometimento de crimes praticados por seus servidores, e ressalta seu compromisso com a transparência pública, operando sob o controle da legalidade para garantir a ordem do sistema prisional fluminense.”.

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