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Justiça mantém prisão de vereador Jorge Canella após audiência de custódia

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Justiça mantém prisão de vereador Jorge Canella após audiência de custódia

A Justiça decidiu manter a prisão do vereador do Rio de Janeiro Jorge Canella (União Brasil) após audiência de custódia realizada nesta quinta-feira (24). A informação foi confirmada pela Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar.

Canella foi preso pela Polícia Federal durante a sétima fase da Operação Unha e Carne, após agentes encontrarem dois fuzis e uma submetralhadora de uso restrito na casa dele, na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio.

Segundo a PM, embora Canella seja coronel da corporação na reserva remunerada, a Corregedoria Geral continuará acompanhando a investigação.

Vereador do Rio é preso pela PF após agentes encontrarem dois fuzis e uma submetralhadora.

Prisão ocorreu durante operação da PF.

A prisão aconteceu durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ao todo, foram cumpridas três ordens no Rio: na casa de Canella, na Barra da Tijuca, em um endereço no Recreio dos Bandeirantes e na Câmara Municipal do Rio.

Na residência do vereador, os policiais encontraram dois fuzis e uma submetralhadora. De acordo com a Polícia Federal, as armas, todas de uso restrito, estavam em desacordo com a previsão legal.

O vereador do Rio de Janeiro Jorge Canella (União Brasil) foi preso pela Polícia Federal, na manhã de terça-feira (22), por posse irregular de armas de fogo de uso restrito após agentes encontrarem dois fuzis e uma submetralhadora na casa dele na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio.

A prisão ocorreu durante a sétima fase da Operação Unha e Carne, deflagrada pela PF para investigar a suspeita de posse irregular de armas de fogo de uso restrito por um dos investigados.

Os agentes cumpriam um mandado de busca e apreensão contra o vereador dentro da investigação sobre o fuzil apreendido na prisão do ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella (União Brasil).

Jorge Eduardo Barreto de Andrade Filho, o Jorge Canella, é coronel da Polícia Militar. O g1 apurou que o oficial conseguiu a cautela do armamento dentro da corporação.

A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ao todo, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão no Rio: na Barra da Tijuca, no Recreio e na Câmara Municipal. As ordens foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal.

Durante as buscas na Barra da Tijuca, os policiais encontraram dois fuzis e uma submetralhadora, todos de uso restrito. Segundo a PF, as armas estavam em desacordo com a previsão legal, o que levou à prisão em flagrante do alvo da operação.

O vereador e as armas apreendidas foram levados para a Superintendência Regional da PF no Rio, onde foram realizados o auto de prisão em flagrante e os demais procedimentos.

Ele responderá pelo crime de posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.

A operação desta terça-feira faz parte da Força-Tarefa Missão Redentor II, coordenada pela Polícia Federal para desarticular organizações criminosas que atuam no estado do Rio de Janeiro, seguindo as diretrizes estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal na ADPF 635.

O político, que é coronel da Polícia Militar, sempre pautou sua atuação na corporação de forma proba e ilibada e possuía o certificado do armamento.

O único questionamento que ensejou o encaminhamento do vereador à Superintendência da PF foi a divergência de endereço de registro das armas, procedimento administrativo que já vinha sendo adotado por ele, em razão de mudança de endereço recente com a sua família.

O vereador Jorge Canella confia plenamente na Justiça e esclarecerá todos os questionamentos o mais breve possível para que a verdade seja restabelecida.”.

O caso está ligado à apreensão de um fuzil calibre . 556 encontrada no porta-malas do carro de Canella durante a 6ª fase da Operação Unha e Carne, em julho deste ano.

Na ocasião, Canella era alvo apenas de busca e apreensão, mas acabou preso em flagrante após a descoberta da arma. Ele alegou que o fuzil pertencia a um policial militar cedido para fazer sua segurança.

A PF apontava Canella como possível “braço político” do grupo investigado.

Canella ficou preso por 4 dias em Bangu 8 e foi solto em 11 de julho por decisão de Alexandre de Moraes. Inicialmente, ele passou a responder em liberdade sob medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica e recolhimento domiciliar noturno.

Em 24 de julho, Moraes revogou todas as restrições. Na decisão, o ministro afirmou que não havia, naquele momento, provas diretas da participação de Canella nas operações financeiras investigadas, embora as apurações devessem continuar.

A apreensão do fuzil da PM no carro do político levou o governo do estado a determinar o recadastramento obrigatório de todas as armas de uso restrito cedidas a outros órgãos.

Em agosto, Canella anunciou que desistiria da candidatura ao Senado para disputar uma vaga de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Em sua defesa em relação ao fuzil calibre . 556 encontrado no porta-malas de seu carro, Márcio Canella alegou à Polícia Federal que a arma não pertencia a ele, mas sim a um sargento da Polícia Militar (identificado como Alexandre Paixão da Silva Júnior) que integrava a sua equipe de segurança pessoal.

Ele negou qualquer posse irregular da arma.

Após a decisão do ministro Alexandre de Moraes que revogou as suas medidas cautelares, liberando-o da tornozeleira eletrônica, Canella também fez um pronunciamento nas redes sociais para se defender das acusações da Operação Unha e Carne.

Sobre as acusações de envolvimento no esquema de lavagem de dinheiro em postos de gasolina, Canella negou publicamente as acusações ao longo do processo.

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