Também foram sequestrados imóveis e veículos, incluindo uma residência no Litoral Norte catarinense, e a restrição de transferência de veículos de luxo e passeio (assista acima).
A primeira fase da ação foi deflagrada em 29 de outubro de 2025, quando um ex-funcionário da gigante do ramo de suplementos foi alvo da Polícia Civil catarinense.
Segundo a investigação, os desvios milionários teriam ocorrido em 2024 e foram identificados pela própria empresa, que pediu a abertura do inquérito.
Nessa terceira fase estão sendo cumpridos.
Nesta fase, a Polícia Civil tem como foco o núcleo do grupo criminoso investigado por fraudes mercantis, emissão de duplicatas simuladas, associação criminosa e lavagem de capitais.
Segundo as investigações, o grupo operava mediante a emissão de duplicatas, uso de empresas de fachada, incorporadoras e familiares na condição de interpostas pessoas (laranjas).
O esquema também envolvia a circulação dissimulada de recursos e saques expressivos em espécie para ocultar o patrimônio ilegal, segundo a Polícia.
Dessa forma, a atuação da Delegacia de Investigação de Lavagem de Dinheiro DLAV/DEIC está focada não apenas na prisão do suspeito, mas também na asfixia financeira do grupo, tanto para cessar seu poder de atuação criminal, quanto para ressarcir o prejuízo causado à vítima", afirmou a investigação em nota à empresa.
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Em números
- Investigação bloqueia R$ 6,2 milhões de esquema de fraude contra gigante do ramo de su
Fontes
Informação baseada em material público de G1, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.