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ICMS sobre os combustíveis: quanto será o aumento na gasolina, gás de cozinha e diesel a partir de 1° de

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ICMS sobre os combustíveis: quanto será o aumento na gasolina, gás de cozinha e diesel a partir de 1° de

Os governadores que formam o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovaram no último dia 29 de outubro o aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos combustíveis em todo o território nacional.

  • Óleo diesel: valor sobe de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro (alta de 11,1%).
  • Gasolina e etanol: valor sobe de R$ 1,57 para R$ 1,64 por litro (alta de 4,5%).
  • Gás de cozinha (GLP): valor sobe de R$ 1,57 para R$ 1,64 por litro (alta de 4,8%).

Os novos valores entram em vigor em 1º de fevereiro de 2027. O óleo diesel terá o maior reajuste, de 11,1%, enquanto a gasolina e os gás sobem 4,5% e 4,8%, respectivamente.

Reajuste do ICMS em SP – a partir de 1° de fevereiro.

Governo do Maranhão e outros estados oficializam aumento do ICMS sobre combustíveis e gás de cozinha.

O reajuste gerou um desentendimento público entre o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República no governo Lula, Guilherme Boulos (PSOL), e o governador Tarcísio de Freitas.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Boulos disse que o reajuste do imposto estadual afetaria não só o preço do combustível para os caminhoneiros, mas também aumentaria o preço dos alimentos nos supermercados, já que o transporte de mercadorias é feito por rodovias.

O ministro acusou Tarcísio diretamente pelo aumento e afirmou que ele descumpre promessas de campanha feitas em várias entrevistas na mídia.

Após a publicação, o Palácio dos Bandeirantes divulgou uma nota do governador paulista que chamou de “lamentável” a declaração do ministro e afirmou que o vídeo dele “distorce os fatos para fazer ataques políticos”.

Após a nota, Boulos rebateu Tarcísio e disse que as declarações “não mudam nada em relação à incoerência de Tarcísio com seu discurso de campanha. Passou meses atacando Lula a respeito de impostos”.

Após o bate-boca público, o governo de SP publicou um registro nas redes sociais dizendo que o “ICMS sobre combustíveis não é uma decisão isolada de São Paulo”.

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