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Grupo Ceres Investimentos inaugura unidade em Londrina

Com sede em Uberaba e unidades em 5 estados, GCI leva crédito, seguros e trading ao agro do Norte do Paraná.

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Com sede em Uberaba (MG) e unidades já em funcionamento em outros quatro estados, o GCI se posiciona como um hub financeiro completo para quem vive do agronegócio, reunindo, sob o mesmo grupo, crédito estruturado, seguros, trading, mercado de capitais e gestão de investimentos.

A origem da empresa remonta à experiência prática de seus fundadores, que atuaram diretamente com crédito e mercado de capitais voltados ao agronegócio a partir de 2016. Esse conhecimento se consolidou em 2019, na criação da Ceres Investimentos, inicialmente como consultoria e estruturadora de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), um dos principais instrumentos de captação do setor.

A partir daí, o grupo ampliou sua atuação ano após ano: criou uma securitizadora própria, desenvolveu um sistema de gestão proprietário, o Minerva, entrou em novos segmentos como seguros e trading, e passou a atender desde grandes agroindústrias até produtores de médio porte. Hoje, o GCI se define como um verdadeiro hub do agro, onde o cliente não precisa recorrer a diferentes instituições para cada etapa da operação (uma para crédito, outra para seguro, outra para comercialização), encontra tudo dentro do mesmo grupo, com times que já entendem a sazonalidade e as particularidades de cada cultura.

Crédito — elaboração de book de crédito, análise econômico-financeira detalhada e acompanhamento constante da carteira, para que cada operação seja desenhada de acordo com o perfil real do cliente.Jurídico — validação documental completa e análise de risco processual antes da formalização de qualquer operação.Mercado — leitura contínua do agronegócio nacional e internacional, com modelos preditivos e análises regionais que orientam decisões de crédito, comercialização e proteção de preço.Operações — sustentadas pelo sistema proprietário Minerva, que dá eficiência e rastreabilidade a toda a cadeia de gestão do grupo.

Essa estrutura é reforçada por tecnologia aplicada diretamente ao campo, com monitoramento de lavouras por imagem de satélite e acompanhamento de operações de confinamento por câmeras e drones, ferramentas que ajudam a antecipar riscos antes que eles se tornem prejuízo.

Esse crescimento ganhou ainda mais força com a entrada do BTG Pactual como sócio estratégico: o banco pode deter até 49,9% do capital do GCI, uma parceria que combina a capilaridade regional e o conhecimento de campo que o grupo já tinha com a solidez, o funding e a capacidade de acesso a mercado de um dos maiores bancos de investimento do país. Na prática, isso significa mais lastro para o GCI estruturar operações maiores e mais sofisticadas para seus clientes, e mesmo assim com proximidade regional que é a marca registrada do grupo.

264 municípios na área de atuação;cerca de 127,6 mil propriedades rurais mapeadas;mais de 14,9 mil dessas propriedades classificadas como grandes ou muito grandes, uma base que vai do pequeno produtor à grande agroindústria.

Além do tamanho do mercado, a posição geográfica de Londrina foi decisiva para a decisão do grupo: a cidade funciona como um ponto estratégico para acompanhar de perto o Paraná e, ao mesmo tempo, ficar próxima de Mato Grosso do Sul e do Rio Grande do Sul, dois outros mercados relevantes para a operação do GCI.

"Londrina não é só mais um ponto no mapa. É uma região que já demonstrava relacionamento com o GCI e que tem um dos agros mais fortes e diversificados do país. Faz todo sentido estarmos fisicamente aqui, próximos de quem produz", afirma Diogo Ruas Santos, diretor de marketing estratégico, inteligência de mercado e dados do Grupo Ceres.

A expansão integra um plano estratégico que mapeou 12 praças estratégicas do agronegócio brasileiro, as chamadas "capitais do agro", para regionalizar o atendimento do grupo, com Ribeirão Preto (SP) já definida como a próxima unidade a ser inaugurada.

Entre as soluções do GCI, o seguro paramétrico costuma gerar dúvida, e vale uma explicação rápida. No seguro agrícola tradicional, a indenização depende de perícia em campo após o sinistro, um processo que costuma levar meses até o produtor receber. No modelo paramétrico, a lógica é outra: a cobertura é vinculada a um índice objetivo, previamente definido, o volume de chuva registrado em uma estação meteorológica de referência, por exemplo. Se o índice ultrapassa (ou fica abaixo) do parâmetro contratado, a indenização é acionada automaticamente, sem necessidade de vistoria. O produtor pode inclusive escolher a cobertura de acordo com o risco que mais preocupa sua operação naquela safra, excesso ou falta de chuva, por exemplo, tornando o produto mais aderente à realidade de cada lavoura.

O GCI atua só com crédito? Não. Além da antecipação de recebíveis e do crédito estruturado, o grupo atua com trading de grãos, seguros (incluindo o paramétrico), mercado de capitais, gestão de investimentos e inteligência de mercado — um ecossistema pensado para acompanhar o cliente em diferentes momentos da operação, não apenas no financiamento.

Por que o GCI abriu unidade física em Londrina? Porque a região já fazia parte da carteira comercial do grupo, tem um dos agronegócios mais relevantes do país e ocupa uma posição estratégica para atender também Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. A proximidade física com o cliente é um dos pilares da estratégia de expansão do GCI pelo Brasil.

Como funciona a parceria com o BTG Pactual? O BTG Pactual pode deter até 49,9% do capital do GCI, em uma parceria que soma a solidez, o funding e a capacidade de acesso a mercado do banco à capilaridade regional e ao conhecimento de campo que o grupo já construiu ao longo de sete anos de atuação no agronegócio.

Para o GCI, a lógica é sempre a mesma: ir até onde o agro acontece. Com escritório físico, equipe comercial local e um ecossistema que reúne crédito, seguros, trading e investimentos em um só lugar, o grupo aposta que a proximidade com o produtor e com as grandes empresas do setor é o que vai sustentar o próximo ciclo de crescimento, tanto do GCI quanto do agronegócio do Norte do Paraná.

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Fontes

Informação baseada em material público de G1 Paraná, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

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