O ministro da Justiça, Welington César Lima e Silva, detalhou o balanço e destacou a integração entre os órgãos.
Iniciada em agosto, a operação combate a comercialização ilegal de aparelhos celulares. Nesta segunda fase, o foco foi a fiscalização de estabelecimentos comerciais que vendem aparelhos de forma irregular, incluindo telefones ligados a crimes e produtos com problemas na Receita Federal, na Receita estadual ou no Procon.
O secretário Nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, explicou como a investigação começou.
Num primeiro momento, nós unificamos o banco de dados de todos os celulares roubados. Após isso, começamos as notificações daqueles que possuíam os celulares, e, com essas notificações e as respostas dos adquirentes, nós tivemos conhecimento dos principais empresários do crime, ou seja, de quais lojas eram os hubs logísticos da receptação dos objetos produto de roubo e furto e de sua posterior colocação no mercado.
Na primeira fase da operação, o objetivo principal foi a recuperação de celulares roubados ou furtados, com dez mil aparelhos apreendidos. Além disso, foram realizadas quase 400 prisões em flagrante e fiscalizados mais de 600 estabelecimentos comerciais.
Em números
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