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Esposa de Xande de Pilares relata que filha foi mordida por criança em escola: 'Não normalizem a violência'

Nutricionista Mikimbeth Durante diz que decidiu falar para alertar responsáveis a ficarem atentos ao comportamento das crianças. Especialistas explicam que mord

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Esposa de Xande de Pilares relata que filha foi mordida por criança em escola: 'Não normalizem a violência'

Esposa de Xande de Pilares relata que filha foi mordida por criança em escola: 'Não normalizem a violência'

Um relato de Mikimbeth, mulher do cantor Xande de Pilares, sobre a filha de 2 anos do casal ter sido mordida por uma colega, na noite desta quarta-feira (5), viralizou nas redes sociais, com mais de 500 mil visualizações até a tarde desta quinta (6).

Em um vídeo, a nutricionista contou que percebeu um machucado na criança depois de buscá-la e decidiu falar sobre o episódio para alertar outros pais.

Segundo Mikimbeth, a filha, que começou a estudar nesta semana, estava em um período de adaptação. Ao buscar a menina, a mãe percebeu um machucado no rosto. Em casa, também teria notado que o dedo da filha estava ferido.

"E aí eu reparei no machucadinho no rosto dela. E aí eu questionei", contou. "Ela falou que uma das colegas estava brincando com ela no parquinho. Ela mordeu o dedinho dela", relatou a nutricionista.

Durante o vídeo, a mulher de Xande de Pilares afirmou que decidiu falar sobre o episódio porque considera importante que pais e responsáveis estejam atentos ao comportamento das crianças. Ela disse que não considera correto tratar situações de violência entre crianças como algo normal.

Psicólogos e estudiosos do desenvolvimento infantil afirmam que episódios de mordidas são relativamente comuns entre crianças de 1 a 3 anos, principalmente no início da vida escolar, e que não devem ser rotulados como sinal de "violência".

Nessa fase, elas ainda estão desenvolvendo a linguagem e o controle dos impulsos e podem recorrer à mordida para expressar frustração, disputar objetos ou chamar atenção.

Especialistas ressaltam, no entanto, que esse comportamento não deve ser tratado como algo sem importância: cabe aos adultos intervir, acolher a criança que foi ferida, orientar quem mordeu e ensinar outras formas de lidar com conflitos.

Se as agressões se tornarem frequentes ou persistirem além da primeira infância, a recomendação é buscar avaliação especializada.

Mikimbeth também ressaltou que não pretende responsabilizar ou expor a outra criança. Segundo ela, a menina que teria mordido sua filha também é uma criança e precisa receber orientação dos adultos.

"A criança não tem culpa, gente", disse. Ela afirmou que conversou com a própria filha sobre o episódio e explicou que aquele comportamento não era correto. "Ela sabe que não é o certo."

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Fontes

Informação baseada em material público de G1 Rio, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

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