O financiamento deverá vir do BNDES. O governo espera que os recursos sejam liberados ainda este ano, mas não há prazo definido para o início das obras.
Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o valor é compatível com o momento atual do governo estadual.
Segundo o projeto, a extensão da Linha 2 permitiria reduzir os intervalos entre os trens e aumentar a capacidade do sistema em até 70%.
Outros projetos também estão no planejamento. Entre eles estão um VLT ligando Botafogo ao Leblon e à Gávea, passando pelas ruas São Clemente, Voluntários da Pátria, Humaitá e Jardim Botânico.
Também está prevista uma nova linha de metrô entre a estação Uruguai, na Tijuca, e Del Castilho, com sete estações. Outra proposta é a extensão da Linha 4 até o Terminal Alvorada.
Há ainda um projeto para ligar a Alvorada a Cocotá, na Ilha do Governador, por meio de uma nova linha de metrô com 20 estações.
Um estudo do Instituto de Energia da PUC-Rio mostrou que 90% dos deslocamentos na Região Metropolitana são feitos em carros, vans, ônibus e motos.
A capacidade de transporte também é um dos argumentos para ampliar a rede.
Segundo a concessionária Metrô Rio, uma composição pode retirar até 900 carros das ruas.
Outro projeto em desenvolvimento é a Linha 3 do metrô, que ligaria o Rio a São Gonçalo. Pela proposta, os trens passariam por baixo da Baía de Guanabara até a Praça Arariboia, em Niterói.
De lá, seguiriam em direção a Alcântara, em São Gonçalo. O projeto prevê um total de 12 estações.
Os projetos mapeados pelo BNDES ainda precisam de mais estudos antes de avançarem. Caberá ao próximo governo decidir quais propostas serão colocadas em licitação.
A Linha 4 foi inaugurada há dez anos e ainda não está totalmente concluída. A estação Gávea, último trecho previsto no projeto original, tem previsão de ficar pronta em 2028.
Em São Paulo, a passagem é mais barata. O governo estadual cobre mais de 50% do custo de operação do sistema, por meio de subsídios.
De acordo com Marcus Quintella, o transporte público não consegue se sustentar apenas com a tarifa paga pelos passageiros.
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- Um VLT, 420;o BRT leva, em média, 180 pessoas;um ônibus comum transporta cerca de 80 passageiro.
- BNDES estima R$ 68 bilhões para projetos como ampliar metrô, VLT e BRT no Ri.
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