A semana começa com frente fria, chuva forte e risco de temporais em áreas do Centro-Sul do Brasil. Nesta segunda-feira (5), a combinação entre sistemas de baixa pressão, circulação de umidade e uma frente fria mais afastada no oceano mantém as instabilidades principalmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
No Sul, os maiores volumes de chuva nesta segunda são esperados entre o oeste do Paraná e de Santa Catarina, com situação de perigo e possibilidade de acumulados elevados.
No oeste paranaense, a condição é de perigo extremo. O vento também ganha força, com rajadas que podem chegar a 70 km/h em áreas do Paraná.
No Sudeste, as instabilidades aumentam ao longo do dia, com risco de temporais em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Já no Centro-Oeste, Mato Grosso do Sul concentra a maior preocupação com os volumes de chuva.
A instabilidade deve continuar nos próximos dias. Na terça-feira (6), uma área de baixa pressão entre os litorais do Paraná e de São Paulo favorece a formação de um novo sistema frontal.
Na quinta-feira (8), uma nova frente fria avança pelo Sul, aumentando novamente o risco de chuva forte, temporais e acumulados elevados.
Uma massa de ar polar associada a uma área de alta pressão mantém o tempo firme em grande parte do Rio Grande do Sul durante parte da manhã. Ao mesmo tempo, diferentes sistemas meteorológicos aumentam as instabilidades sobre a Região Sul.
Há previsão de chuva moderada a forte na metade oeste do Paraná e de Santa Catarina e no noroeste e norte do Rio Grande do Sul. Pela manhã, as instabilidades avançam por outras áreas da metade norte gaúcha, com risco de temporais.
Ao longo do dia, a chuva ganha força e alcança outras áreas do Rio Grande do Sul. Até a noite, a tendência é de melhora no oeste e sudoeste gaúcho, enquanto o extremo sul do estado deve permanecer com tempo mais firme.
A atenção maior fica para a metade oeste do Paraná e o oeste de Santa Catarina, onde há risco de acumulados elevados. No oeste paranaense, a condição é de perigo extremo.
As temperaturas permanecem agradáveis. As rajadas de vento ficam entre 40 e 50 km/h em grande parte da região e podem alcançar 70 km/h no sudoeste, sul e região central do Paraná.
Chove de moderada a forte intensidade desde cedo no Paraná, oeste e sul de Santa Catarina, norte do Rio Grande do Sul e litoral norte catarinense. Há risco de temporais e acumulados elevados, principalmente no norte paranaense.
Com o afastamento do sistema frontal, a chuva diminui e fica mais concentrada no nordeste, leste e litoral do Paraná. No restante do Rio Grande do Sul, uma massa de ar polar mantém o tempo firme, mas com bastante nebulosidade.
O dia começa mais firme, com chuva fraca apenas no litoral entre Paraná e Santa Catarina. Entre o fim da manhã e a tarde, uma área de baixa pressão sobre o Paraguai, combinada à intensificação do transporte de calor e umidade, volta a aumentar as instabilidades.
Chove de moderada a forte intensidade no oeste do Paraná e de Santa Catarina e no oeste, noroeste, sudoeste, Campanha, sul e região central do Rio Grande do Sul.
Uma área de baixa pressão no interior do continente e a formação e o avanço de uma nova frente fria provocam chuva moderada a forte, trovoadas, temporais e acumulados elevados desde cedo em grande parte do Rio Grande do Sul.
Pela manhã, as instabilidades avançam para a metade oeste e sul de Santa Catarina e para o sudoeste e sul do Paraná, também com chuva mais intensa.
Ao longo do dia, as instabilidades continuam no Paraná, oeste e áreas centrais e litorâneas do Rio Grande do Sul e no centro-oeste catarinense.
Uma frente fria mais afastada no oceano, combinada à formação de uma área de baixa pressão próxima à costa de São Paulo e do Paraná, aumenta as instabilidades no Sudeste.
Nas primeiras horas do dia, há pancadas no noroeste, oeste e região central de Minas Gerais. Posteriormente, a chuva ganha força e se espalha por grande parte de São Paulo, Triângulo Mineiro e centro-oeste e sul de Minas Gerais.
Até a noite, as instabilidades também avançam para o centro-sul do Rio de Janeiro.
Há risco de temporais em São Paulo, no Triângulo Mineiro, sul, oeste e região central de Minas Gerais e no sul fluminense. Entre o extremo sul de Minas e a Zona da Mata, há possibilidade de acumulados elevados.
Chove forte desde cedo no oeste, sudoeste, sul, litoral e região central de São Paulo, com as instabilidades se espalhando pelo estado e risco de temporais.
O Rio de Janeiro também pode registrar chuva forte e temporais, principalmente na Grande Rio, Região Serrana e Costa Verde.
Em Minas Gerais, chove no Triângulo, centro-sul e oeste, também com possibilidade de temporais. O norte, nordeste e extremo leste mineiro e o Espírito Santo permanecem mais firmes.
As instabilidades diminuem, mas uma área de baixa pressão próxima à costa ainda favorece chuva no começo do dia no nordeste, sul, leste e litoral paulista e no litoral e sul do Rio de Janeiro.
No Sul de Minas, Zona da Mata, leste mineiro e norte e nordeste paulista, a circulação de umidade mantém chuva fraca a moderada e trovoadas.
No Triângulo, oeste e região central de Minas Gerais, calor e umidade também favorecem pancadas.
O dia começa mais firme, com chuva principalmente entre o norte de São Paulo e o sul do Espírito Santo.
À tarde e à noite, as pancadas retornam e atingem grande parte de São Paulo, inclusive a capital, além do Triângulo Mineiro, Sul de Minas e Zona da Mata.
Nas demais áreas, predomina tempo firme. No norte de Minas Gerais, o sol e o calor intenso mantêm elevado o risco de queimadas.
A semana começa instável em boa parte do Centro-Oeste. Há chuva moderada a forte em áreas de Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul.
Ao longo do dia, as instabilidades se espalham por mais áreas de Mato Grosso do Sul. A combinação entre umidade e aquecimento também provoca pancadas em Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal, com risco de temporais isolados.
A maior atenção fica para o oeste, sudoeste e sul de Mato Grosso do Sul, onde há possibilidade de acumulados elevados. No extremo sul do estado, a situação é de perigo extremo.
A circulação de umidade mantém o tempo instável. Chove de moderada a forte intensidade desde cedo em Mato Grosso do Sul, sul, oeste, centro e leste de Goiás, Distrito Federal e sul de Mato Grosso.
Com o aquecimento, novas instabilidades se formam à tarde e à noite em Goiás e Mato Grosso. Em Mato Grosso do Sul, a chuva diminui e fica mais concentrada no norte, centro e leste.
As instabilidades diminuem inicialmente, mas uma área de baixa pressão no interior do continente volta a provocar chuva no sul de Mato Grosso do Sul, espalhando-se pelo estado.
O calor combinado à umidade também favorece pancadas no centro-sul de Goiás e no sul, sudoeste e oeste de Mato Grosso.
Uma área de baixa pressão no interior do continente provoca pancadas moderadas a fortes no sul e sudoeste de Mato Grosso do Sul, que se espalham pelo estado ao longo do dia.
Também há previsão de chuva no sul de Goiás e oeste de Mato Grosso. Nas demais áreas, predomina tempo mais firme e quente.
O tempo permanece seco em todo o interior nordestino. No litoral entre o Rio Grande do Norte e o sul da Bahia, há previsão de chuva fraca a moderada.
No extremo sudoeste da Bahia, o aumento da umidade e o aquecimento favorecem pancadas de moderada a forte intensidade.
O calor predomina e a umidade relativa do ar fica baixa principalmente no norte da Bahia e oeste da Paraíba, com índices entre 12% e 20%.
O interior permanece muito quente e seco, com umidade entre 12% e 20% em áreas do Piauí, leste do Maranhão e oeste do Ceará.
No litoral entre o Rio Grande do Norte e o sul da Bahia, há chuva fraca a moderada e passageira.
O calor predomina e a umidade permanece baixa no interior.
Poucas mudanças. Predomina tempo firme, quente e com baixa umidade no interior.
Entre os litorais de Pernambuco e Alagoas, há possibilidade de chuva fraca e isolada. A atenção permanece voltada para o risco de queimadas.
As instabilidades continuam no sudoeste e sul do Pará e do Tocantins, em Rondônia, leste do Acre e sul e sudeste do Amazonas, com chuva de moderada a forte intensidade.
Em Roraima, há possibilidade de chuva fraca e isolada. Nas demais áreas, o tempo fica mais firme.
As temperaturas sobem e o calor e a sensação de abafamento predominam. No noroeste do Pará, a umidade relativa do ar pode variar entre 20% e 30%.
As instabilidades diminuem no Tocantins e no sudoeste e sul do Pará, embora ainda possa chover de moderada a forte intensidade em áreas paraenses.
Acre, Rondônia e Amazonas permanecem instáveis devido à presença de umidade e ao aquecimento. Também chove no sul de Roraima.
Tocantins e Pará permanecem predominantemente quentes e mais secos. Amazonas, Rondônia e Acre continuam com pancadas.
Parte de Roraima pode registrar chuva moderada a forte e temporais isolados. O calor e a sensação de abafamento predominam.
As pancadas continuam no Acre, Rondônia e em grande parte do Amazonas, com moderada a forte intensidade.
Nas demais áreas, predomina tempo mais firme, com poucas nuvens, calor e sensação de abafamento.
Em números
- O vento também ganha força, com rajadas que podem chegar a 70 km/h em áreas do Paraná
- As rajadas de vento ficam entre 40 e 50 km/h em grande parte da região e podem alcançar 70 k
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