O ranking faz parte do levantamento Agro100, publicado pela revista Forbes Brasil.
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Comércio de grãos e carnes têm os maiores avanços.
O crescimento do agronegócio foi puxado principalmente pelas empresas que comercializam produtos agrícolas e pelas ligadas à produção de carnes. Dos sete segmentos acompanhados pelo levantamento, seis tiveram aumento de receita superior à inflação em 2025.
O destaque foi o grupo de comércio e tradings, que registrou expansão de 23,51%. São empresas que compram, vendem e exportam produtos como soja e milho, conectando produtores brasileiros a compradores de outros países.
Na sequência aparece o setor de proteína animal, com alta de 16,37%. O grupo inclui frigoríficos e companhias de processamento de carnes, como JBS, MBRF e Minerva.
A agroenergia também teve desempenho positivo, com crescimento de 13,37%, impulsionada por atividades como a produção de etanol e outros biocombustíveis.
Já as empresas de alimentos e bebidas registraram aumento de 7,2% na receita.
Celulose teve desempenho mais fraco entre os setores.
A indústria de celulose foi o único dos sete segmentos que não conseguiu registrar crescimento acima da inflação em 2025.
Entre as companhias desse segmento está a Suzano, que ocupa a décima posição no ranking das maiores empresas do agronegócio brasileiro.
Em números
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