No mercado de derivados, a pressão está concentrada em diesel e gasolina. Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), a escassez se tornou mais aguda nos produtos refinados do que no petróleo bruto.
Em resposta à volatilidade, os líderes do G7 anunciaram em 2 de outubro a liberação de 100 milhões de barris de estoques estratégicos ao longo de quatro meses, com prioridade para o diesel nos primeiros 20 dias.
O vice-presidente da Rystad Energy no Brasil, Raphael Faucz, afirmou que o Brasil importa 25% de todo o diesel consumido e avaliou que eventuais restrições às exportações pelos Estados Unidos poderiam provocar aperto no mercado brasileiro.
As estimativas seguem concentradas em um petróleo ainda sustentado por risco geopolítico e por restrições nos fluxos de oferta, enquanto o diesel permanece no centro das atenções do mercado de energia.
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