O mercado físico do boi gordo encerra a semana em trajetória de alta, com negociações acima das referências médias em diferentes regiões do país.
- São Paulo: R$ 359,33 — ontem: R$ 358,83.
- Goiás: R$ 347,86 — ontem: R$ 347,86.
- Minas Gerais: R$ 347,35 — ontem: R$ 345,88.
- Mato Grosso do Sul: R$ 354,89 — ontem: R$ 353,41.
- Mato Grosso: R$ 334,80 — ontem: R$ 334,05.
- Quarto dianteiro: subiu R$ 1,00, para R$ 21,50 por quilo.
- Quarto traseiro: avançou R$ 0,50, alcançando R$ 28,00 por quilo.
- Ponta de agulha: aumentou R$ 1,00 e passou para R$ 20,00 por quilo.
Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o encurtamento das escalas de abate mantém a perspectiva de novos reajustes no curto prazo, principalmente entre frigoríficos de pequeno e médio porte, que enfrentam maior dificuldade para completar suas programações.
De acordo com ele, os atuais patamares da B3 permanecem atrativos para operações de hedge, permitindo a proteção das margens em um ambiente de elevada volatilidade.
O mercado atacadista de carne bovina encerra a semana com preços mais elevados. Segundo Iglesias, a proximidade da virada do mês tende a favorecer a reposição entre atacado e varejo, criando condições para novos reajustes no curto prazo.
Na semana, o dólar acumulou alta de 0,72% ante o real.
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